Rússia alertou estrangeiros sobre agravamento dos ataques contra Kiev
A Rússia voltou a alertar os diplomatas e os cidadãos estrangeiros a abandonarem a cidade Kiev , frisando que as Forças Armadas vão aumentar do número de ataques contra a capital da Ucrânia.
“Quero lembrar que a recomendação feita a todo o corpo diplomático e aos cidadãos estrangeiros em Kiev para que abandonem a cidade”, disse esta terça-feira a porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, em conferência de imprensa, em Moscovo.
Zakharova frisou que as Forças Armadas da Rússia intensificaram os ataques contra instalações militares da Ucrânia acrescentando que os anteriores alertas dirigidos aos estrangeiros que se encontram em Kiev “não perderam validade”.
Rússia alerta diplomatas para prepararem saída de Kiev Ler Mais O primeiro aviso ocorreu antes da realização do desfile militar russo em Moscovo, do dia 9 de maio, que assinalou a vitória soviética sobre a Alemanha nazi, em 1945.
Na altura, as autoridades de Moscovo emitiram um aviso dirigido aos diplomatas estrangeiros para abandonarem a capital ucraniana com urgência.
No final de maio, o comando militar russo anunciou uma nova campanha de bombardeamentos contra centros de comando e empresas ligadas à indústria militar na região de Kiev.
Na altura, a informação foi transmitida pelo chefe da diplomacia russa, Sergei Lavrov, ao homólogo norte-americano, Marco Rubio.
O ministro russo chamou ainda a atenção para a recomendação do Ministério dos Negócios Estrangeiros sobre a retirada de diplomatas e outros estrangeiros de Kiev .
Putin prepara escalada dos ataques contra a Ucrânia Ler Mais Nas últimas semanas, a Rússia intensificou os ataques contra a capital ucraniana , provocando a morte de dezenas de civis.
No domingo, o Ministério da Defesa russo anunciou que se prepara para iniciar uma campanha de ataques contra instalações ligadas à produção e armazenamento de energia na Ucrânia.
Na última noite, pelo menos nove pessoas morreram na região de Kiev na sequência de bombardeamentos russos, de acordo com as autoridades ucranianas.
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