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SLB x Estoril. "Faltaram dois amarelos"

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SLB x Estoril. "Faltaram dois amarelos"

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Sem falta na Rádio Observador, sempre com o Pedro Henriques. Pedro C., muito bem-vindo mais uma vez. Boa noite. Vamos olhar para o trabalho do árbitro, juiz Hélder Carvalho, que esteve ao comando deste Benfica 2, Estoril 1, a contar para a quarta jornada do campeonato. Vamos começar pelos lances aos 13 minutos, sem pênalti sobre Leandro Barreiro.

Sim, é um momento de um pontapé de canto a favor do Benfica, obviamente, na área do Estoril. Aquelas marcações óbvias e as parelhas que existem, neste caso era o Checa que estava a marcar o Leandro Barreiro, e quando a bola é cruzada e há aquela situação dos dois jogadores estarem de olhos postos na bola e a deslocarem-se no sentido para onde ia a bola, o Checa acaba por entrar em contato com o Leandro Barreiro, mas não o agarra, não o puxa, não o rasteira. Portanto, é a típica situação de movimento, olhos postos nas bolas e o contato normal e natural de quem está a movimentar e chocar um com o outro. Portanto, para mim, tudo certo, sem motivo para pontapé de pênalti.

Vamos avançar para o minuto 18 e aqui dizes que faltou amarelo para Sanches.

Sim, para o Ricardo Sanches, porque é um lance que o jogo não parou logo e, portanto, a repetição só aparece mais à frente. É no corredor, conforme o Benfica está a atacar, corredor esquerdo, à entrada da área, mas fora da área, o Samuel Dalot mete uma bola em profundidade para o Prestianni. E o Ricardo Sanches, sem qualquer interesse em jogar a bola, digamos que empurra o Prestianni e derruba-o, e impede dele de receber essa bola mais à frente. Depois a bola volta outra vez aos jogadores do Benfica e é por isso que não foi dada muita ênfase nesse lance logo no momento. Mas depois com as repetições percebemos que a falta do Sanches impede que o Prestianni receba essa bola à frente e embora de zona lateral recebia a bola e entrava na área. Portanto, lateralmente cortava uma jogada de algum perigo, que nós chamamos de ataque promissor. Era livre direto que o árbitro não assinalou e obviamente que se assinalasse tinha que puxar cartão amarelo e portanto há aqui uma falha ao nível disciplinar.

Vamos avançar já para a segunda parte, Pedro, aos 53 minutos, Samuel Soares não faz pênalti sobre Sierra.

Sim, sobre Ismael Sierra, uma bola típica de cruzamento para a área, jogador a saltar, o jogador Ismael Sierra para tentar ir cabecear a bola e o guarda-redes a sair-se em sentido contrário para também ele próprio defender, socar a bola, neste caso socando. O Samuel Soares chega primeiro à bola, isso é sempre um aspecto muito importante, é sempre mato no ante e com ambas as mãos acaba por socar o esférico. Ato contínuo, curiosamente, é o Sierra, que também vai no movimento contrário, que com a cabeça vai cabecear o braço esquerdo. Nem sequer é aquela situação que tu sais a punhos, tocas na bola e depois tocas na cabeça do adversário. Nesse caso, não, isso não aconteceu. Foi o próprio Sierra que vai cabecear o braço esquerdo do jogador guarda-redes.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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