"Chão comum permite-nos afirmar diferenças, que nunca devem segregar"
O Presidente da República, António José Seguro, falou, na tarde desta sexta-feira, na Festa do Livro em Belém, que abriu portas ontem e encerra no domingo.
Após a apresentação do livro "Ovídio, Cantos de Tristeza" e ao lado de Carlos Ascenso André, José Manuel Mendes e Manuel Alegre, Seguro voltou a reforçar aos portugueses a mensagem de ontem: "Leiam, leiam, leiam".
O apelo foi feito por entre as tentativas de os jornalistas no local mudarem de capítulo para o da atualidade política. Apesar de questionado, o chefe de Estado não respondeu de forma conclusiva... e manteve-se na mesma página.
"Ler faz de nós uma nação mais culta, uma nação mais livre e uma nação que faz melhores escolhas. E uma nação que é mais culta, que é mais livre e que faz melhores escolhas, é uma nação mais feliz" , apontou.
Novamente pressionado para falar sobre a atualidade, dado que ontem o Governo aprovou em Conselho de Ministros medidas anti-crise, Seguro continuou: "Esta é a Festa do Livro, um livro que permite encontros encontros, que nos permite ouvir, escutar, com uma felicidade enorme e relembrar-nos de que o essencial da vida passa por sabermos partilhar o mesmo chão comum - e nós precisamos de frutificar esse chão comum".
Continuando no mesmo capítulo, deixou a nota de rodapé: "Porque é esse chão comum que nos permite afirmar as nossas diferenças. E as diferenças nunca devem segregar. As diferenças são dimensões de integração numa sociedade em que muitos teimam em deslaçar e que nós queremos verdadeiramente cimentar. É esse o significado desta Festa do Livro, é esse o significo do livro. O livro promove encontros".
"Não direi mais nada. É muito importante passar esta mensagem: Leiam, leiam, leiam", rematou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - País.