O futuro do DN passa pela sua missão histórica
A atual direção do Diário de Notícias iniciou funções há exatamente dois anos, em setembro de 2024, num momento particularmente difícil para o jornal e para o grupo de que faz parte.
Aceitámos essa missão com a consciência de que era uma honra, mas também uma responsabilidade pesada.
O DN tem um lugar importante na História do país e da imprensa em língua portuguesa.
E continua a ser um jornal com muito para dar a Portugal e ao mundo.
Não é um museu.
Os desafios que enfrentamos não são muito diferentes dos que afetam a maior parte da imprensa em Portugal e no resto do mundo ocidental.
O modelo de negócio foi virado do avesso pela digitalização e pelos novos hábitos de consumo.
As receitas tornaram-se mais difíceis de garantir.
Na última década, os jornais perderam relevância no espaço público.
E há ainda a questão geracional, porque muitos jovens já não leem jornais e alguns já nem televisão veem.
O DN é hoje um jornal digital first, com quase três milhões de leitores por mês. (...) Que também têm crescido de forma consistente no digital: Dinheiro Vivo, DN Brasil, DN Sport e Motor24." Estamos conscientes dos desafios que esta realidade implica.
Numa primeira fase, a prioridade foi estabilizar o jornal depois de anos muito complicados, que levaram à perda de talento e ao desgaste da marca.
Com esse trabalho feito, e com o apoio de toda a equipa, definimos uma nova estratégia editorial, acompanhada por uma renovação do compromisso com a isenção, a independência e a qualidade.
Queremos ser o jornal em que os portugueses mais confiam e continuar a desempenhar um papel de referência na imprensa de língua portuguesa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.