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Travessias irregulares de fronteiras da UE recuam até setembro

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Travessias irregulares de fronteiras da UE recuam até setembro

O número de travessias irregulares das fronteiras da União Europeia (UE) manteve uma tendência de queda entre janeiro e setembro, com uma descida homóloga de quase um terço, divulga hoje a Frontex.

De acordo com os dados preliminares da Agência Europeia da Guarda de Fronteiras e Costeira, as travessias irregulares das fronteiras diminuíram para 91 mil no acumulado dos primeiros nove meses do ano, tendo sido registados recuos em quase todas as rotas migratórias.

Apenas no mês de setembro, foram detetadas cerca de 14.300 travessias, menos 28% do que em setembro de 2025, embora represente um aumento de 11% em relação a agosto, devido à melhoria das condições ao longo dos principais corredores marítimos.

Marinha Portuguesa lidera Força Marítima Europeia Ler Mais A rota do Mediterrâneo Oriental e a do Mediterrâneo Central continuaram a ser as mais movimentadas, representando em conjunto quase 60% de todas as entradas irregulares na UE, e registaram recuos homólogos de, respetivamente, 56% e 15%.

A rota do Mediterrâneo Ocidental foi a única das mais importantes a registar um aumento, com as deteções a subirem 26%.

As deteções na rota da África Ocidental aumentaram acentuadamente em setembro, embora a rota continue a registar uma queda de 45% no conjunto dos nove meses.

Este período abrangeu também o primeiro verão completo sob o Pacto da UE sobre Migração e Asilo, que introduz um processo de triagem único e padronizado nas fronteiras externas da UE.

Os agentes da Frontex apoiam os Estados-membros em etapas do novo processo, incluindo a determinação da nacionalidade dos recém-chegados, a recolha de dados biométricos e a verificação de documentos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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