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'Me Vacié': Lionel Messi diz adeus à seleção da argentina e fecha ciclo de ouro

Diário de Notícias ·
'Me Vacié': Lionel Messi diz adeus à seleção da argentina e fecha ciclo de ouro

Acabou.

O romance mais dramático, triunfante e apaixonante da história do futebol contemporâneo chegou formalmente ao seu último capítulo.

Lionel Andrés Messi, o homem que transformou a angústia de um país em glória eterna, anunciou esta segunda-feira, 31 de agosto, a sua retirada definitiva da seleção argentina.

O adeus chegou despido de filtros corporativos: três folhas de um bloco de notas rabiscadas à mão, uma caneta dourada e uma confissão visceral que abalou o planeta desportivo.

Depois de Cristiano Ronaldo ter também traçado o ponto final no seu trajeto com a camisola das quinas – encerrando o capítulo da rivalidade mais marcante da história do desporto, na qual ambos foram eternamente apontados como iguais e soberanos no topo do futebol mundial –, é agora a vez de o astro de Rosario fechar as portas da ribalta internacional.

View this post on Instagram A post shared by Leo Messi (@leomessi) "Depois deste tempo que passou desde a final, e pensando muito, quero comunicar a todos que me retiro da Seleção… Foi uma decisão que doeu e dói na alma, mas entendo que é o momento.

Juro-vos que sempre deixei tudo", escreveu o camisola 10 na sua conta do Instagram.

O esgotamento do génio e a passagem de testemunho Com a serenidade de quem já nada tem a provar ao desporto-rei, Messi colocou em palavras o limite do corpo e da mente após mais de duas décadas ao mais alto nível internacional.

"Esvaziei-me, já não tenho mais para dar e, para além disso, vêm aí rapazes enormes que merecem o seu lugar", frisou o capitão, antes de assumir o seu novo papel: "Agora serei mais um a apoiar e a torcer de fora, nas vitórias e muito mais nas derrotas." A declaração gerou um terramoto imediato na imprensa internacional e nas plataformas digitais.

De Buenos Aires a Londres, de Madrid a Miami, publicações de referência como o La Nación , o Diario Olé , a Associated Press e o jornal britânico The Guardian interromperam as suas emissões habituais para dissecar o encerramento da era mais vitoriosa da Albiceleste .

Das lágrimas do calvário à imortalidade O percurso de Messi com a camisola principal da Argentina – iniciado em 2005 com uma insólita expulsão em Budapeste – desafiou a lógica dos contos de fadas.

Foram precisos anos de escrutínio impiedoso, finais perdidas e uma renúncia efémera em 2016 até à redenção total.

A viragem histórica começou com a consagração na Copa América de 2021 em pleno Maracanã, quebrando um jejum nacional de 28 anos, seguindo-se a conquista incontestada da Finalíssima e o topo do Olimpo com o triunfo lendário no Campeonato do Mundo de 2022 no Qatar, alicerçado numa liderança serena que devolveu o orgulho identitário a milhões de adeptos.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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