Suécia quer reforçar segurança nas escolas após ataque com espada
"N os últimos anos, a Suécia tem enfrentado vários ataques graves e mortíferos em escolas. A ideia de uma escola totalmente aberta é boa, mas a realidade mostra que não podemos permitir que pessoas não autorizadas tenham livre acesso às nossas escolas", disse hoje, numa conferência de imprensa em Estocolmo, a ministra da Educação, Simona Mohamsson.
Segundo a ministra, à comissão que vai ser criada caberá "propor novas medidas para prevenir futuros ataques em estabelecimentos escolares".
Na sexta-feira, um jovem de 18 anos invadiu, armado com uma espada, o liceu Brinell, em Fagersta, uma cidade de 13 mil habitantes no centro do país, matando uma aluna de 17 anos e ferindo três pessoas, duas das quais com gravidade, antes de ser detido pela polícia.
Apesar de relativamente raros, vários ataques a escolas ocorreram na Suécia, nos últimos anos.
Em fevereiro de 2025, a Suécia sofreu o pior massacre da sua história: 10 pessoas, incluindo várias de origem estrangeira, morreram num centro de ensino para adultos em Orebro (centro do país).
Em outubro de 2015, numa escola de Trollhattan (sudoeste), um homem encapuzado e armado com um sabre matou um professor e um aluno e feriu gravemente uma criança e um professor, antes de ser abatido pela polícia.
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