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6h. Arranca época especial de exames do ensino secundário

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6h. Arranca época especial de exames do ensino secundário

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Bom dia. O líder do grupo parlamentar do PSD considera que a moção de censura apresentada pelo Chega é ridícula. Hugo Soares desconfia das intenções do partido de André Ventura ao apresentar a moção ao governo. A decisão do Chega foi conhecida ontem à tarde. Já à noite, Hugo Soares, em entrevista à SIC, considera que a moção é mais um episódio da chamada silly season política.

Qual é o objetivo de uma moção de censura? O objetivo de uma moção de censura é derrubar o governo e provocar eleições. Esta não é uma moção de censura contra Luís Neves, não é uma moção de censura contra este ou aquele aspecto, ou contra aquela circunstância. É uma moção de censura contra um governo. E por isso é que ela é ridícula. Por isso é que ela é mais um epílogo, um terminar da silly season, em que todos, ou quase todos, vamos alimentando, especulando e comentando aquilo que o deputado André Ventura quer, e vamos todos no engodo.

Hugo Soares, que também desvaloriza os alertas do conselheiro do Presidente da República, Adalberto Campos Fernandes, que fala em sinais muito preocupantes e num possível funcionamento irregular das instituições. O líder da bancada do PSD considera que António José Seguro não manda recados através de terceiros.

Adalberto Campos Fernandes é visto como uma personagem próxima do Presidente da República e podia ser algum recado. Que país é este? Quem somos nós e quem é, já agora, o mais alto magistrado da nação, quando manda recados ao governo por um amigo, numa televisão? Eu garanto aqui, convictamente, que tenho a certeza que não. O que conheço da persona política, cívica e estadista do doutor António José Seguro, eu não acredito nisso.

Hugo Soares admite ainda assim não saber se o Presidente da República deu, de facto, um prazo ao Primeiro-Ministro para resolver a situação do ministro da Administração Interna. O secretário-geral do PSD garante também que Luís Neves está muito longe de ser arguido e sublinha que é necessária uma acusação definitiva para que possa existir um juízo político sobre a continuidade do governante.

Nós temos escrito que é preciso uma acusação, depois de uma instrução, portanto, depois do prazo que está previsto para a abertura de uma instrução. Uma acusação definitiva, é assim que se diz do ponto de vista jurídico, para que possa haver um juízo político, porque não é um juízo de censura sobre a pessoa.

Não faço ideia, isso é uma decisão do primeiro-ministro. Eu vou dar a minha opinião. Eu acho que o doutor Luís Neves está muito longe de ser arguido. Mas muito longe.

Aquilo que terá que ser agora decidido é em relação à data em que ocorrerá a discussão, a partir do momento em que se conta essa data para a discussão, porque estamos num período de interrupção dos trabalhos parlamentares.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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