quinta-feira, 3 de setembro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
GNR detém cerca de 280 condutores por semana com taxa de álcool crime 43ºC? Há catorze distritos do continente com aviso amarelo até sábado Moçambique com 56 hospitais a administrarem lenacapavir para prevenir VIH PR timorense recorda padre Martinho da Costa Lopes como a "voz dos sem voz" Catorze distritos do continente com aviso amarelo até sábado Moçambique moderniza licenciamento de operadores aéreos particulares com regras digitais Comandante da PSP de Lisboa defende "menos discursos alarmistas" Está na lei: Qual é o número máximo de horas que se pode trabalhar? Hong Kong confirma condenação do cardeal Joseph Zen por fundo de apoio a manifestantes Crimes que mais subiram em Lisboa resultam de maior presença da PSP GNR detém cerca de 280 condutores por semana com taxa de álcool crime 43ºC? Há catorze distritos do continente com aviso amarelo até sábado Moçambique com 56 hospitais a administrarem lenacapavir para prevenir VIH PR timorense recorda padre Martinho da Costa Lopes como a "voz dos sem voz" Catorze distritos do continente com aviso amarelo até sábado Moçambique moderniza licenciamento de operadores aéreos particulares com regras digitais Comandante da PSP de Lisboa defende "menos discursos alarmistas" Está na lei: Qual é o número máximo de horas que se pode trabalhar? Hong Kong confirma condenação do cardeal Joseph Zen por fundo de apoio a manifestantes Crimes que mais subiram em Lisboa resultam de maior presença da PSP
Últimas

6h. Arranca época especial de exames do ensino secundário

Observador ·
6h. Arranca época especial de exames do ensino secundário

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Bom dia. O líder do grupo parlamentar do PSD considera que a moção de censura apresentada pelo Chega é ridícula. Hugo Soares desconfia das intenções do partido de André Ventura ao apresentar a moção ao governo. A decisão do Chega foi conhecida ontem à tarde. Já à noite, Hugo Soares, em entrevista à SIC, considera que a moção é mais um episódio da chamada silly season política.

Qual é o objetivo de uma moção de censura? O objetivo de uma moção de censura é derrubar o governo e provocar eleições. Esta não é uma moção de censura contra Luís Neves, não é uma moção de censura contra este ou aquele aspecto, ou contra aquela circunstância. É uma moção de censura contra um governo. E por isso é que ela é ridícula. Por isso é que ela é mais um epílogo, um terminar da silly season, em que todos, ou quase todos, vamos alimentando, especulando e comentando aquilo que o deputado André Ventura quer, e vamos todos no engodo.

Hugo Soares, que também desvaloriza os alertas do conselheiro do Presidente da República, Adalberto Campos Fernandes, que fala em sinais muito preocupantes e num possível funcionamento irregular das instituições. O líder da bancada do PSD considera que António José Seguro não manda recados através de terceiros.

Adalberto Campos Fernandes é visto como uma personagem próxima do Presidente da República e podia ser algum recado. Que país é este? Quem somos nós e quem é, já agora, o mais alto magistrado da nação, quando manda recados ao governo por um amigo, numa televisão? Eu garanto aqui, convictamente, que tenho a certeza que não. O que conheço da persona política, cívica e estadista do doutor António José Seguro, eu não acredito nisso.

Hugo Soares admite ainda assim não saber se o Presidente da República deu, de facto, um prazo ao Primeiro-Ministro para resolver a situação do ministro da Administração Interna. O secretário-geral do PSD garante também que Luís Neves está muito longe de ser arguido e sublinha que é necessária uma acusação definitiva para que possa existir um juízo político sobre a continuidade do governante.

Nós temos escrito que é preciso uma acusação, depois de uma instrução, portanto, depois do prazo que está previsto para a abertura de uma instrução. Uma acusação definitiva, é assim que se diz do ponto de vista jurídico, para que possa haver um juízo político, porque não é um juízo de censura sobre a pessoa.

Não faço ideia, isso é uma decisão do primeiro-ministro. Eu vou dar a minha opinião. Eu acho que o doutor Luís Neves está muito longe de ser arguido. Mas muito longe.

Aquilo que terá que ser agora decidido é em relação à data em que ocorrerá a discussão, a partir do momento em que se conta essa data para a discussão, porque estamos num período de interrupção dos trabalhos parlamentares.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›