As notícias das 6h
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Nós viabilizaremos essa comissão de inquérito por dois motivos. Primeiro, há que esclarecer a relação entre o desmantelamento que foi feito de várias estruturas do Ministério da Educação e os seus efeitos, nomeadamente, no caos que se instalou nos exames de acesso ao ensino superior. Por outro lado, por que se avançou, de forma intempestiva, para esta transição, não auscultando a opinião de quem teria alertado o próprio ministério que não havia condições para avançar?
Ele passou por coisas complicadas, como sabemos, porque depois de ter tido uma atuação muitíssimo relevante em termos de interesse nacional, mas muito pesada do ponto de vista pessoal, não foi propriamente objeto dos agradecimentos e da manifestação de apreço que talvez tivesse o direito de esperar. Embora tenha ganho as eleições. Exato. Apesar disso, ganhou as eleições, mas depois as coisas Não conseguiu formar governo. E eu penso que isso, se calhar, pesa muito, mas enfim, tenho muita dificuldade em compreender porque é que ele hoje diz um certo número de coisas.
Leonor Beleza, em entrevista à RTP, vice-presidente do PSD, reage assim às críticas que Pedro Passos Coelho tem feito ao governo de Luís Montenegro, nomeadamente, o antigo primeiro-ministro voltou recentemente a apelar ao Executivo da AD para que seja rápido na execução de reformas no país. A popularidade do presidente da República aumentou desde que foi eleito em fevereiro, ainda assim fica abaixo do arranque histórico de Marcelo Rebelo de Sousa. Após seis meses de mandato, António José Seguro tem quase 70% de aprovação dos portugueses, que contrasta com os 90% do antecessor. A sondagem da Pitagórica para a TVI, CNN e Nascer do Sol, divulgada em setembro, mostra que apenas 20% desaprovam o trabalho feito pelo atual chefe de Estado. Entre o eleitorado feminino e masculino, António José Seguro tem uma maior taxa de aceitação junto às mulheres, 71%, enquanto a avaliação positiva junto dos homens está nos 66%, enquanto Marcelo Rebelo de Sousa tinha uma ligeira vantagem de popularidade junto dos homens. É o que mostra o barómetro político da Aximage, na altura de setembro de 2016. A tracking poll da TVI, CNN e Nascer do Sol também mostra que o presidente da República é geograficamente mais forte no norte do país, com 74% de aprovação e apenas 18% de opiniões desfavoráveis. Este é um artigo em destaque no site do Observador. Falamos agora de criminalidade juvenil. O número de jovens internados em centros educativos diminuiu ligeiramente nos primeiros oito meses do ano. É o que mostram os relatórios mensais da Direção Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, consultados pela Rádio Observador. Em agosto, estavam internados nestes centros 152 jovens. No final de 2025, eram 156. Houve assim uma ligeira diminuição. Os números de agosto deste ano, os mais recentes, mostram ainda que a grande maioria destes jovens são do sexo masculino, portugueses, apenas 21 são estrangeiros. Um destes casos é o do rapaz de 12 anos que esfaqueou seis colegas numa escola na Azambuja, faz hoje precisamente dois anos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.