sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 00h PS quer respostas do governo sobre participação no BCP› Polígrafo. Portugueses expulsos do Luxemburgo eram "oriundos da Índia e do Nepal"?› Polígrafo. Governo quer reforçar receita com multas e radares?› Polígrafo. Estacionamento do metro do Dragão passou de 90 cêntimos para 20 euros por dia?› Polígrafo. Dinheiro em numerário acima dos 10 mil euros vai passar a ser ilegal?› Polígrafo. Recolha do lixo é feita durante o dia na Costa da Caparica?› Polígrafo. Estão afixados cartazes com médicas islâmicas nos centros de saúde e hospitais portugueses?› Polígrafo. Paragem do sistema eletrónico prejudicou Flávio Bolsonaro?› Polígrafo. Alívio fiscal só dá para pagar meio litro de combustível?› Polígrafo. Lei em vigor permite que crianças façam cirurgia para mudar de sexo?› 00h PS quer respostas do governo sobre participação no BCP› Polígrafo. Portugueses expulsos do Luxemburgo eram "oriundos da Índia e do Nepal"?› Polígrafo. Governo quer reforçar receita com multas e radares?› Polígrafo. Estacionamento do metro do Dragão passou de 90 cêntimos para 20 euros por dia?› Polígrafo. Dinheiro em numerário acima dos 10 mil euros vai passar a ser ilegal?› Polígrafo. Recolha do lixo é feita durante o dia na Costa da Caparica?› Polígrafo. Estão afixados cartazes com médicas islâmicas nos centros de saúde e hospitais portugueses?› Polígrafo. Paragem do sistema eletrónico prejudicou Flávio Bolsonaro?› Polígrafo. Alívio fiscal só dá para pagar meio litro de combustível?› Polígrafo. Lei em vigor permite que crianças façam cirurgia para mudar de sexo?
Economia

Estudantes de Direito defendem criação de plataforma nacional para publicar sentenças de primeira instância

Jornal Económico ·
Estudantes de Direito defendem criação de plataforma nacional para publicar sentenças de primeira instância

O Conselho Nacional de Estudantes de Direito (CNED) manifestou-se a favor da desburocratização no acesso às decisões judiciais em Portugal através da criação de uma Plataforma de Sentenças de Primeira Instância.

Numa tomada de posição tornada pública, a organização estudantil defende que a atual limitação de acesso prejudica não só a formação universitária e a investigação científica, mas também a transparência do Estado de Direito.

Atualmente, a consulta pública de jurisprudência em Portugal é feita maioritariamente através do portal da Direção-Geral da Administração da Justiça / IGFEJ (bases da DGSI), focado essencialmente nos tribunais superiores — como o Supremo Tribunal de Justiça, Tribunal Constitucional e Tribunais da Relação.

No entanto, não existe uma plataforma centralizada e de acesso público para as decisões proferidas pelos tribunais de primeira instância.

Para consultar uma sentença deste nível, um estudante ou investigador tem de enfrentar processos administrativos complexos, deslocar-se presencialmente aos tribunais, fundamentar o pedido e demonstrar interesse legítimo.

Frequentemente, a alternativa passa por tentar reconstituir a decisão de primeira instância a partir dos acórdãos de recurso publicados na DGSI, uma solução que o CNED qualifica como “manifestamente insuficiente”.

Exemplo europeu e a salvaguarda da privacidade O CNED destaca que a criação desta plataforma alinharia Portugal com as melhores práticas europeias.

Países como França com o Judilibre, os Países Baixos com o Rechtspraak, a Áustria com o RIS, o Reino Unido com o Find Case Law e vários países nórdicos já disponibilizam sistemas públicos de consulta jurisprudencial.

A organização assegura que a medida é perfeitamente compatível com a legislação de proteção de dados e com o RGPD.

Para assegurar essa conformidade, a proposta contempla mecanismos automáticos de anonimização e pseudonimização complementados por revisão humana, garantindo uma proteção reforçada em matérias sensíveis como processos de família, menores, âmbito penal ou laboral.

A pesquisa na plataforma seria facilitada por metadados avançados, integrando critérios como tribunal, comarca, área do direito, artigos aplicados e desfecho processual.

Para viabilizar o projeto, o CNED sugere uma implementação faseada que comece por áreas ou tribunais-piloto.

Defende também a abertura de um debate institucional abrangente que envolva o Ministério da Justiça, o Conselho Superior da Magistratura, o Ministério Público, a Ordem dos Advogados, a Comissão Nacional de Proteção de Dados e as instituições de ensino superior.

Numa fase mais avançada, a proposta prevê o acesso automatizado a dados jurisprudenciais através de interfaces tecnológicas controladas.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›