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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Numa primeira, numa segunda, numa terceira leitura, as respostas são claramente insatisfatórias. São pouco mais do que as redações de repetição propagandística que o senhor ministro tem feito publicamente. Eu acho que as comissões parlamentares de inquérito não devem ser para gerir escândalos, devem ser para apurar o funcionamento do Estado naquilo que são as suas próprias responsabilidades.

O deputado socialista Porfírio Silva, à Rádio Observador, sublinha ainda que o PS pede esclarecimentos e não demissões. Já para o deputado social-democrata Pedro Alves, uma comissão parlamentar de inquérito faria sentido, mas se fosse direcionada ao governo socialista que antecedeu o atual executivo do PSD.

Se calhar, a primeira comissão parlamentar de inquérito que devíamos fazer era mesmo às políticas educativas do Partido Socialista e ao estado em que deixaram o país, nomeadamente, desde logo, alunos sem aula, sem conseguirmos identificar quantos eram, sem conseguirmos também ter professores motivados e alunos em formação para poderem substituir os professores que estão em falta no sistema. Isso sim, é preocupante. Não há qualquer receio da nossa parte relativamente a qualquer tipo de comissão de inquérito. Não há razão, no nosso entender, para esse facto, mas sabemos que a oposição também vive de fazer este tipo de números.

O deputado do PSD, Pedro Alves, à Rádio Observador. Do lado do Chega, a deputada Maria José Aguiar fala numa guerra de desculpas perante os problemas atuais do setor da educação, que continuam a prejudicar os alunos.

Temos, por um lado, um PS, que criaram o problema sem planeamento, e temos, neste momento, um governo que recebeu esse problema, mas, lá está, lamentavelmente, estão-se a revelar mais uma vez incapazes de o resolver. E no meio desta guerra de desculpas, no fundo, são as crianças e são as famílias que estão em casa sem ter aulas, sem ter escola, porque neste momento ainda continua a aparecer na plataforma como não colocado, portanto, sem escola atribuída.

A deputada do Chega, Maria José Aguiar, no explicador da tarde política. O diretor nacional da Polícia Judiciária está a ser investigado pelo Ministério Público por abuso de poder e falsas declarações em tribunal no caso de Rui Pinto. Ante o isso é avançada pelo "Expresso", que cita a Procuradoria-Geral da República, o gabinete de Amadeu Guerra confirma a abertura de um inquérito depois de uma denúncia apresentada por um coordenador da PJ contra o atual diretor, Carlos Cabreiro, em causa a alegada prática dos crimes de falsas declarações, por ter referido no julgamento de Rui Pinto que não foram feitas escutas na investigação. É suspeito, também, do crime de abuso de poder, que estará relacionada com o fato de Carlos Cabreiro ter ordenado uma escuta que tinha sido proibida pelo Ministério Público.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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