O “paradoxo da atividade física”. Nem todo o exercício protege contra a demência
Nem toda a atividade física parece ter o mesmo efeito quando se trata do risco de demência.
Onde, como e por que nos movimentamos pode ser mais importante do que muitas pessoas imaginam.
A atividade física pode beneficiar o cérebro de várias formas.
Pode melhorar o fluxo sanguíneo, contribuindo para o fornecimento de oxigénio e nutrientes ao cérebro, e desencadear alterações no organismo associadas à redução da inflamação, ao metabolismo energético e à neuroplasticidade.
Essa é uma das razões pelas quais a atividade física continua a fazer parte das recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a redução do
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