Novo laboratório do PS faz sombra à liderança?
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Eu percebo as vossas perguntas, mas vamos com calma, está bem? Não quero que ninguém se magoe.
Eu às vezes tenho mais que fazer do que estar a responder diariamente.
Ou jeans, como dizem os meus filhos. Mas convém não esquecer que antes de fazer é preciso pensar e terá sido esse o pensamento de Miguel Costa Matos, antigo líder da Juventude Socialista, ao avançar para a criação de um think tank, um laboratório de ideias e de discussão, para trabalhar em estratégias e políticas progressistas e que pretende não se cingir ao espaço socialista. Haverá figuras de outros partidos da esquerda e até do PSD, como Duarte Pacheco e Adão Silva. Será uma nova corrente dentro do PS para fazer sombra à atual liderança? Essa é outra das questões que se pode pôr neste momento, mas vamos com calma. Miguel Costa Matos já veio dizer que não, não pretende lançar um movimento alternativa à liderança do José Luís Carneiro e o próprio José Luís Carneiro também sossegou os mais inquietos. Este laboratório não é uma ameaça e o líder do PS até espera que saiam dali ótimos contributos, foi o que disse, e até podem sair ótimos contributos. Não sabemos é se poderão ser do agrado de José Luís Carneiro. Vamos ver.
É, vamos ver. Bruno, e afinal ainda é possível que o aeroporto em Alcochete não avance?
Ao fim deste tempo todo, Luís, ainda há quem defenda outras alternativas. Sabemos que esta discussão já tem mais de 50 anos. A possível localização do novo aeroporto já mudou umas 50 vezes e mesmo agora, que finalmente parece estar tudo encaminhado para que as obras avancem, há quem não esteja satisfeito com isto. O presidente da Confederação de Turismo, Francisco Calheiros, apelou na Universidade de Verão do PSD a que o governo avance para uma solução intermédia, o Montijo, enquanto não fica pronto o novo aeroporto. Na prática, não é uma rejeição desta ideia do novo aeroporto em Alcochete, mas o regresso a uma ideia que teve como principal defensor Pedro Nuno Santos. A construção do aeroporto em Alcochete vai demorar ainda uma década, pelo menos, e a opção pelo Montijo permitiria ter aqui uma solução que aumentasse a capacidade aeroportuária neste intervalo de tempo. Porém, a esta altura do campeonato, cada ideia nova ou a recuperação de ideias antigas faz regressar a ameaça da indecisão e, na verdade, mais vale ter um aeroporto em construção do que dois ou três no papel.
Vai cortar a Meta nos dois sentidos, vai concretizar um objetivo, o de regular o mercado das grandes empresas tecnológicas, e mesmo não cortando a empresa, a Meta, o que vai fazer é aplicar-lhe um corte, que nas contas gerais da empresa devem ser trocos.
Uns tostõezinhos. Mesmo assim, são 15,6 mil milhões de euros que a empresa se comprometeu a pagar num acordo de princípio assinado com uma coligação de procuradores-gerais dos estados e territórios dos Estados Unidos para evitar ir a julgamento, porque havia aqui uma ação relacionada com o problema da dependência dos jovens e adolescentes com as plataformas.
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