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4h. Ucrânia celebra 35 anos de independência em guerra

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4h. Ucrânia celebra 35 anos de independência em guerra

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Quatro horas. As notícias com Hugo Fortunato de Oliveira. A Ucrânia assinala esta segunda-feira o Dia da Independência em mais um ano de guerra. São 35 anos da independência ucraniana. A capital Kiev recebe uma reunião da Coalizão da Boa Vontade, que junta mais de 30 países aliados para discutir o reforço do apoio à Ucrânia. Vários líderes estarão presentes presencialmente, enquanto outros participam no encontro por videochamada. A reunião será copresidida pelo presidente francês Emmanuel Macron, pelo primeiro-ministro britânico Andy Burnham e pelo chanceler alemão Friedrich Merz. O presidente do Conselho Europeu, António Costa, também estará presente. Já a NATO será representada à distância pela secretária-geral adjunta da Aliança. Em cima da mesa estará a continuidade do apoio à Ucrânia, numa altura marcada pela intensificação dos ataques russos e pela crescente necessidade de reforçar as defesas antiaéreas do país. Ainda na Ucrânia, Volodymyr Zelensky alerta que Putin está a planear a mobilização de mais 300 mil combatentes depois das eleições na Rússia. São declarações que surgem depois de vários rumores que apontam para informações de uma mobilização massiva de soldados por parte de Moscovo. Zelensky diz que Putin pretende chegar a 2027 com meio milhão de soldados no terreno. O presidente ucraniano adianta que o recrutamento não deverá concentrar-se nas grandes cidades, mas sobretudo em regiões mais remotas da Rússia. Ainda assim, garante que uma mobilização desta dimensão será difícil de esconder. Viramos agora atenções para outro foco de conflitos, o Médio Oriente. O chefe do Conselho de Segurança do Irão volta a ameaçar retaliar contra a guerra económica norte-americana. Numa publicação na rede social X, o alto responsável da segurança iraniana avisa que se as sanções norte-americanas e a guerra económica continuarem, nem um pingo de petróleo vai passar pelo Estreito de Ormuz ou por qualquer outro local do Golfo Pérsico. Reitera ainda que o Irão vai considerar como um ato de guerra o apoio de qualquer país às sanções impostas por Washington. Ainda na atualidade internacional, na Venezuela, pelo menos seis pessoas estão desaparecidas e mais de 150 casas foram afetadas pelas fortes chuvas que atingiram Caracas e os estados de Miranda e Aragua. Na capital, uma mãe e um filho foram arrastados pela corrente de um rio que transbordou e continuam desaparecidos. As equipes de socorro procuram também um casal cujo veículo caiu de uma encosta no município de Guayacapuro, no estado de Miranda. A filha do casal foi resgatada e encaminhada para o hospital. Segundo as autoridades locais, pelo menos 156 casas foram afetadas em Guayacapuro. No estado de Aragua, prosseguem também as buscas por duas pessoas que seguiam num veículo arrastado pela corrente de um rio. As fortes chuvas levaram as autoridades venezuelanas a ativar o sistema de proteção civil e a reforçar a vigilância em Caracas e nas zonas consideradas de maior risco. Verão em pausa.

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