Usar gordura de cadáver é a nova tendência na estética
Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Não se fala de outra coisa. Hoje trago uma daqueles histórias que parece saída de um episódio da série "Black Mirror", mas está mesmo a acontecer e a dividir o mundo da medicina estética. Já sabemos que as chamadas canetas milagrosas, o Ozempic, têm provocado uma verdadeira revolução. O problema é que, ao perderem dezenas de quilos rapidamente, muitas pessoas perdem também o volume do peito, dos glúteos, do rosto. Ficam, em muitos casos, com a pele flácida e como já não têm gordura no próprio corpo para fazer enxertos tradicionais, nasceu aqui um mercado completamente diferente.
A nova opção chama-se Alloclay. E o que é isto? Trata-se de um produto injetável feito com gordura recolhida de corpos doados de pessoas falecidas.
Quando pensávamos que já tínhamos visto tudo. Nas redes sociais e no Reddit, onde o tema é o centro de acesas discussões, já lhe chamam zombie filler ou o aumento à hora de almoço. Isto porque, ao contrário das cirurgias normais, o procedimento demora menos de uma hora, não exige anestesia geral e permite que a pessoa saia da clínica e vá à sua vida. A empresa responsável, a Tiger Aesthetics, garante que mais de 2000 pessoas já receberam este tratamento desde maio do ano passado, mas o consenso científico e ético está muito longe de existir, claro. Aí está para perceber porquê.
Vários médicos e cirurgiões alertam que está a avançar demasiado depressa, sem estudos a longo prazo sobre os impactos no organismo. Sim. Há riscos de infecção, inflamação, formação de nódulos de gordura, que depois só se consegue tirar com cirurgia. Essa já com anestesia.
Mais a sério. E depois, para não falar da questão ética e psicológica de injetar restos mortais no corpo. Isto em nome dos padrões de beleza das redes sociais. Vocês os dois arriscavam injetar gordura de dadores falecidos para recuperar as ancas?
Fraturantes, claramente. Vocês imaginem que há a possibilidade da Coca-Cola, a fórmula da Coca-Cola, a tal secreta, continuar a render milhares de milhões todos os anos, que tenha nascido em Florença, na cidade italiana.
Exato. Foram agora descobertos, entre milhares de documentos antigos da ordem religiosa dos dominicanos em Florença, eles estavam em arrumações, basicamente.
É sempre assim. Encontraram um panfleto publicitário da farmácia que a ordem possuía na época, estamos aqui a falar do século 19, onde se lê o seguinte: as forças físicas e intelectuais debilitadas pelas doenças, pela idade, por fadigas extraordinárias, etc., recuperam depressa e conservam-se usando o xarope reconstituinte à base de noz de cola e coca boliviana. Preparado pela farmácia de São Marcos, em Florença, a morada da farmácia, depois até dizia que é 20 gramas de noz de cola e 10 gramas de coca boliviana por 1000. Exatamente.
E, de facto, a coca, as folhas de coca fizeram parte da receita original. Hoje já não, como é evidente, até seria proibida talvez a utilização.
Que é viciante, é. E a fórmula continua a ser secreta e pode estar aqui, de facto, ou a origem, ou pelo menos de um produto que fosse semelhante.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.