domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Estados do Golfo pedem que se considere Huthis como "grupo terrorista"› BE diz que lei do arrendamento vai para "o lixo". Ventura? "À rasca"› 19h Chega vai propor no Parlamento um novo pacote para a Habitação› Segundo dia de agitação e pilhagens em Milão com confrontos com a polícia› Macron exprime "vergonha" após tumultos e apela ao diálogo responsável a seis meses das eleições› Macron pede ao governo que retire "lições". Tentaram "derrubar República"› Protestos pela habitação em Lisboa contam com testemunhos de cidadãos› Bolsonaristas enchem Paulista para "libertar Brasil" e prender o "Xandão"› Prata e bronze para Portugal na Taça do Mundo de trampolins de Cottbus› Este país está a pagar às pessoas para ler. E há uma razão para isso› Estados do Golfo pedem que se considere Huthis como "grupo terrorista"› BE diz que lei do arrendamento vai para "o lixo". Ventura? "À rasca"› 19h Chega vai propor no Parlamento um novo pacote para a Habitação› Segundo dia de agitação e pilhagens em Milão com confrontos com a polícia› Macron exprime "vergonha" após tumultos e apela ao diálogo responsável a seis meses das eleições› Macron pede ao governo que retire "lições". Tentaram "derrubar República"› Protestos pela habitação em Lisboa contam com testemunhos de cidadãos› Bolsonaristas enchem Paulista para "libertar Brasil" e prender o "Xandão"› Prata e bronze para Portugal na Taça do Mundo de trampolins de Cottbus› Este país está a pagar às pessoas para ler. E há uma razão para isso
Economia

Novo Banco vende ativos de Vieira para tapar buraco de 400 milhões

Notícias ao Minuto - Economia ·
Novo Banco vende ativos de Vieira para tapar buraco de 400 milhões

O Novo Banco está a desenvolver uma operação para se desfazer de todos os créditos, imóveis e sociedades imobiliárias de Luís Filipe Vieira , uma vez que o seu grupo económico deixou um rasto de dívidas superior a 400 milhões de euros por pagar ao banco . A notícia é avançada esta quinta-feira pelo jornal ECO , que cita informações recolhidas junto de fontes do mercado.

Em causa está a venda de um conjunto de carteiras de ativos com toda a exposição problemática com ligação ao antigo presidente do Benfica no âmbito do chamado "Project Horizon", que está a ser conduzido pela KPMG.

Ao que indica o mesmo jornal, os investidores já estarão a ser sondados e terão de apresentar propostas vinculativas até outubro , sendo que a consultora aponta a conclusão do processo ainda para este ano .

O jornal lembra que o banco tem tentado recuperar, por várias vias, dívidas que ascendem a mais de 400 milhões de euros que o grupo de Vieira acumulou desde os tempos do BES e chegaram a atingir os 466 milhões de euros em 2015 .

Há quatro anos, recorde-se , foi noticiado que o Novo Banco avançou para a execução 7,6 milhões de euros do presidente da Promovalor e ex-presidente do Benfica Luís Filipe Vieira, visando também a empresa imobiliária, a mulher e o seu sócio, segundo o Citius.

O Novo Banco avançou para a execução 7,6 milhões de euros do presidente da Promovalor e ex-presidente do Benfica Luís Filipe Vieira, visando também a empresa imobiliária, a mulher e o seu sócio, segundo o Citius.

De acordo com a informação inicialmente avançada pelo Expresso e consultada pela Lusa no portal Citius, a ação de execução do Novo Banco visa executar a Promovalor, Luís Filipe Vieira, a sua mulher, Vanda Ribeiro Vieira, e o sócio Manuel Almerindo Duarte.

O valor da ação é de 7.562.267,18 euros, tendo dado entrada no Juízo de Execução de Lisboa no sábado, segundo o portal jurídico Citius.

Na Comissão Eventual de Inquérito Parlamentar às perdas registadas pelo Novo Banco e imputadas ao Fundo de Resolução, o presidente executivo da instituição financeira, António Ramalho, tinha dito no dia 19 de maio que o aval pessoal de Luís Filipe Vieira valia "mais não executado do que executado".

O gestor tinha sido questionado pela deputada do BE Mariana Mortágua sobre se o Novo Banco avaliou o património pessoal de Luís Filipe Vieira, já que há um aval pessoal aos créditos da Promovalor, tendo dito Ramalho que "foi avaliado o património pessoal" por duas vezes.

António Ramalho disse que na primeira avaliação foi detetado "um imóvel que serviu de tom jocoso no jornal" e que na segunda vez "foi encontrada uma moradia que não estava na primeira" avaliação.

O presidente executivo do Novo Banco considerou ainda, na ocasião, que a reestruturação da dívida da Promovalor, de Luís Filipe Vieira, pela passagem da dívida para um fundo de investimento, "foi a "solução possível".

Em 30 de agosto, o Banco de Portugal disse à Lusa que o Novo Banco deveria prolongar a maturidade da dívida de empresas de Luís Filipe Vieira, depois de ter obtido 'luz verde' do Fundo de Resolução.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Economia.

Mais de Notícias ao Minuto - Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›