Conheça aqui as reações à proposta do OE2027
Partido Socialista (PS) Da “avaliação preliminar” que o PS fez do OE resultou uma dúvida sobre duas das condições colocadas pelo partido para viabilizar a proposta.
António Mendonça Mendes avisa que o PS quer “demonstração” de que investimentos do PRR e prejuízos das tempestades estão satisfeitos no OE.
Para o antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (PS), a “avaliação preliminar” do OE traz algumas dúvidas.
O deputado do PS diz que a dúvida do partido terá de ter resposta no debate na especialidade e não se atravessa já com a orientação de voto na votação final global.
“Seremos muito exigentes.
Havia duas condições importantes para a viabilização do PS e uma análise preliminar não permite tirar a dúvida sobre se duas das condições estão cumpridas”, afirmou.
“Não temos a certeza de estar tudo contemplado, mas o Governo tem a oportunidade nas várias audições regimentais para confirmar que a exigência colocada pelo PS está efetivamente cumprida”, acrescentou Mendonça Mendes.
O socialista apontou ainda que o OE “não tem nenhuma margem para responder ao aumento do custo de vida” e “traduz uma política do Governo que desbaratou o excedente” sem ter “mecanismos para responder à preocupação diária das famílias”.
Livre A porta-voz do Livre, Isabel Mendes Lopes, entende que o OE devia ser um “instrumento de apoio à economia e às famílias”.
Para o partido, o Governo está a dar “borlas fiscais à custa dos contribuintes mais pobres”, frisando que “os contribuintes mais pobres [estão] a financiar a economia e a receita do estado”.
“A descida do IVA é um imperativo em Portugal”, alerta, acrescentando que “as descidas de IRS que o Governo tem vindo a anunciar beneficiam mais pessoas com maiores rendimentos”.
Chega Para o líder do Chega, André Ventura, esta proposta tem culpas no PS, por este ter anunciado a viabilização do documento.
Para Ventura, o Governo é “incapaz de responder” aos problemas dos portugueses.
“É um Orçamento que, por culpa e responsabilidade do Partido Socialista, não só não tem nenhuma história, como deixou os portugueses verdadeiramente na mão, fruto de uma abstenção, uma viabilização anunciada, sem qualquer negociação de medidas orçamentais que podiam ajudar num momento em que as pessoas estão a passar tão mal e que a economia está a transformar a vida da maior parte das pessoas num verdadeiro inferno”.
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