“Senti que ia morrer”: ambulância não apareceu, refugiada rastejou até à recepção (e foi na Alemanha)
Kristina Malina mostra que, também na Alemanha, pode ser muito difícil ser auxiliada por profissionais de saúde em caso de urgência.
“Não me consigo endireitar, estou a tremer toda, não consigo andar.
Liguei várias vezes para a ambulância.
Esperei 15 minutos para que atendessem.
Disse-lhes o quão mal me sentia, ao que responderam que não podiam vir”.
Depois, tentou de novo; mas a telefonista do serviço de emergência recusou novamente a chamada.
“Naquele momento, nem pensava em mais nada porque senti que estava a morrer.
Não havia ninguém para me socorrer”.
O caso é revelado pela refugiada ucraniana Kristina Malina
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