As notícias das 2h
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As notícias com Hugo Fortunato de Oliveira. Muito boa noite. A direção do PS desvaloriza a possibilidade de uma eventual investida de Mário Centeno à liderança do partido. Ao Observador, o secretário nacional Luís Testa diz que não interpreta como críticas as recentes declarações do antigo ministro das Finanças e ex-governador do Banco de Portugal sobre as propostas do líder socialista José Luís Carneiro, dizendo que Centeno é um contribuinte líquido para futuras propostas do PS e um livre-pensador, uma expressão que não é inédita dentro do PS e que tem história. Foi usada por Pedro Nuno Santos quando, depois de sair do governo, passou a ter um espaço de comentário televisivo. Procurava demarcar-se do Executivo, mas sem entrar em rota de colisão com António Costa. O livre-pensador Pedro Nuno Santos acabaria, meses depois, por chegar à liderança do PS, na sequência da demissão do então primeiro-ministro e secretário-geral socialista. Para já, dentro do PS, parece não haver caminho para uma alternativa a José Luís Carneiro. Mesmo entre os socialistas críticos da atual direção, prevalece a convicção de que será Carneiro a conduzir o partido nas próximas legislativas e a ir a votos. Um socialista ouvido pelo Observador resume a situação desta forma: Centeno não estará para José Luís Carneiro como Passos Coelho está para Montenegro. Este artigo está por esta hora em manchete em observador.pt e é assinado pela grande repórter Rita Tavares. André Ventura diz que foram roubados ao Chega documentos que levantam suspeitas severas sobre o negócio da REN. Em entrevista à CNN Portugal, o líder do Chega falou do alegado assalto ao gabinete na Assembleia da República. André Ventura já tinha dado conta de que teriam sido levados documentos relacionados com o primeiro-ministro e com o ministro da Administração Interna e com a gestão do SIRESP, mas fala agora também de documentos relacionados com o negócio da REN.
O exemplo da REN. Nós recebemos uma informação que levanta suspeitas severas sobre o negócio que foi feito na REN recentemente e sobre o investimento que o governo fez e que acabou por beneficiar algumas pessoas, algumas delas, eventualmente, direta ou indiretamente ligadas ao governo. Durante os outros 49 anos, desde o 25 de Abril, as pessoas ficavam caladas ou enviavam isto para qualquer sítio e ficavam à espera que saísse. Nós não. Nós decidimos fazer o que um partido da oposição deve fazer. Nós recebemos isto, isto é relevante. O que o governo tem a dizer sobre isto?
André Ventura falou ainda sobre o preço dos combustíveis. Reitera que se o Partido Socialista votar contra a proposta do Chega de redução do IVA nos preços dos combustíveis, estará a ser hipócrita. O partido de André Ventura propõe baixar o IVA nos combustíveis dos 23% para os 13% durante um ano. Nos Estados Unidos, o primeiro-ministro insiste que Portugal vai fechar o ano com excedente orçamental e diz que o país está a crescer acima da média europeia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.