Auditor diz que UE dificilmente cumprirá metas de defesa até 2030
"Apesar dos planos ambiciosos da UE e do aumento das despesas, alcançar a prontidão da defesa até 2030 constitui um desafio, devido às importantes limitações que continuam a existir", referiu o TCE, num documento de análise sobre os desafios e as oportunidades criados pela evolução desta política comunitária agora divulgado.
Segundo o auditor comunitário, "a falta de coordenação entre as várias fontes de financiamento da UE, bem como entre o financiamento da União e o nacional, aliada à ausência de um processo de planeamento da União Europeia eficaz e de cima para baixo, pode conduzir a investimentos fragmentados, a duplicações ou a lacunas de capacidades persistentes".
"O financiamento pode, ainda assim, ser inadequado para dar resposta às prioridades de defesa acordadas", criticou o TCE no documento.
Além disso, de acordo com o tribunal, "o financiamento adicional não se traduz imediatamente em capacidades operacionais, uma vez que estas exigem tempo para se desenvolverem", acrescentou.
"A UE tem em marcha várias iniciativas para os países cooperarem na defesa, mas estar pronta até 2030 continua a ser uma meta difícil.
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