Mais antigas células cerebrais humanas de laboratório gravaram a passagem do tempo
Organoides cerebrais continuaram a mudar e a amadurecer ao longo dos anos, apesar de nunca terem estado dentro de um embrião — e muito menos de um corpo.
Aglomerados de células cerebrais humanas do tamanho de um grão de pimenta, cultivados em laboratório durante um recorde de sete anos, envelheceram de forma semelhante às células que temos no cérebro.
Este comportamento sugere que “registaram a passagem do tempo“, disseram cientistas esta quarta-feira.
Os pequenos aglomerados, chamados organoides, são cultivados a partir de células estaminais por cientistas de todo o mundo, na esperança de desvendar os mistérios do cérebro e testar
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