domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Economia

A história de um Picasso que desapareceu sem deixar rasto

Jornal Económico ·
A história de um Picasso que desapareceu sem deixar rasto

Haverá quem sonhe em roubar uma obra de arte de um museu.

Exercício de estilo e de adrenalina teórico.

E há quem trace um plano para o fazer e execute o mesmo na perfeição.

Esta prática não é de hoje, embora neste último ano tenha sido notícia recorrente na imprensa, com destaque para o ousado roubo de joias da coroa francesa do Museu do Louvre, em outubro de 2025.

Não vamos aqui deslindar roubos de obras de arte, mas sim revisitar o dia em que um Picasso desapareceu sem deixar rasto.

Na manhã de 6 de fevereiro de 1961, um estudante de pós-graduação da Universidade de Pittsburgh, EUA, reportou o desaparecimento da pintura “Femme dans un fauteuil” (1918) do edifício da União de Estudantes.

A pintura a óleo tinha sido emprestada pela Fundação Solomon R.

Guggenheim para uma exposição no semestre de outono e deveria ser devolvida no final desse mês.

A escola reportou o roubo ao Departamento da Polícia de Pittsburgh e o FBI foi chamado a investigar.

A imprensa noticiou o caso, uma e outra vez.

Foram notificadas diversas instituições norte-americanas e divulgou-se uma recompensa por informações.

Nada aconteceu.

Silêncio total.

Volvidas seis décadas, mais concretamente em agosto deste ano, o Guggenheim interpôs uma ação judicial no Supremo Tribunal do Estado de Nova Iorque, com vista à recuperação da pintura de Picasso.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›