ECO debate o que falta às empresas para ganhar escala
A Fabrica2030 está a chegar e já são poucos os lugares disponíveis.
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O que falta às empresas portuguesas para passarem de exportadoras competitivas a grupos com escala internacional? A pergunta orienta a Fábrica2030, conferência anual do ECO dedicada à indústria, à competitividade e ao crescimento empresarial, que decorre a 14 de outubro, na sede da Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), no Porto.
Sob o tema “ Escala para competir ”, o encontro vai discutir as condições de financiamento, as decisões de gestão e as políticas públicas necessárias para ganhar dimensão e disputar mercados globais.
A abertura está marcada para as 09h30, com António Costa, diretor do ECO, Carlos Carvalho, presidente da ANJE, e Pedro Duarte, presidente da Câmara Municipal do Porto.
Segue-se uma apresentação do economista Óscar Afonso , professor catedrático da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, que partirá de cinco indicadores para analisar a relação entre capacidade exportadora, dimensão empresarial, produtividade e presença internacional.
As mudanças que os empresários estão dispostos a aceitar para crescer serão um dos temas centrais da manhã.
Às 10h00, Carlos Moreira da Silva , CEO da Teak Capital, participa na conversa “Crescer sem Perder o Controlo”, dedicada a escolhas como profissionalizar a gestão, abrir o capital, incorporar investidores ou separar a propriedade da condução executiva do negócio.
Em discussão estará a possibilidade de ganhar dimensão preservando as características que tornaram uma empresa competitiva.
O papel das políticas públicas será debatido às 10h30 por Armindo Monteiro , presidente da CIP, e Gonçalo Regalado , presidente executivo do Banco Português de Fomento.
A sessão “O Estado Sabe Criar Condições para a Escala?” vai abordar os efeitos da fiscalidade, da regulação, dos incentivos e do financiamento público no crescimento empresarial, procurando perceber se Portugal dispõe de uma política económica orientada para criar empresas maiores.
Depois do intervalo, Maria João Carioca , co-CEO e CFO da Galp, participa, às 11h15, na sessão “Caso de Escala”, centrada nas decisões que permitem construir uma presença internacional.
Estratégia, investimento, tecnologia, gestão e risco estarão em análise, incluindo os erros e as escolhas que podem alterar a trajetória de uma empresa.
Como financiar uma empresa que fatura 100 milhões de euros e pretende duplicar de dimensão em cinco anos? Este será o exercício proposto, às 11h30.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.