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1h. Lisboa. Manifestantes pernoitam apesar dos apelos da PSP

Observador ·
1h. Lisboa. Manifestantes pernoitam apesar dos apelos da PSP

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Boa noite. Começamos com o ponto de situação das duas acampadas pela habitação no país. Os manifestantes continuam esta noite acampados em Lisboa e no Porto, sendo que a esta hora, por já passar da meia-noite e meia, os protestos já são considerados ilegais. Na Praça Dom João I, a esta hora, mais de 30 pessoas permanecem no local e não há polícia à vista. Já na Praça do Rossio, em Lisboa, ainda há cerca de 150 tendas, tendo em conta que a PSP, na última hora, voltou a pedir aos manifestantes da acampada que desmobilizassem, o que, por enquanto, ainda não aconteceu. O ministro da Administração Interna garante que a PSP não vai ceder perante os manifestantes. Luís Neves diz que são essas as instruções da própria lei e lamenta que já tenham havido feridos durante os protestos. O ministro diz que o direito à manifestação é respeitado por todos, mas avisa que as formas de protesto não podem violar a lei.

Nós todos temos que ter bem certo que a lei é para cumprir, a firmeza da ação tem que ser tida e, por isso, é evidente que ninguém fica satisfeito, nem as forças de segurança, de haver pessoas que tenham ficado feridas, que foi o que sucedeu. Mas por isso, esse trabalho está a ser feito. As forças de segurança, conforme ontem assistimos, quer no Porto, quer em Lisboa, falaram com os representantes dos manifestantes, comunicando aquilo que é a necessidade de se fazer cumprir a lei.

Ao final da tarde, o ministro garantiu que a organização já foi informada de que a polícia poderá agir para terminar com a ocupação definitiva do espaço público.

Tem havido contemporização relativamente a este tipo de manifestação, mas há de chegar uma altura em que o espaço terá que ser retornado à liberdade de todos. É isso que está aqui absolutamente em causa e, por isso, a Polícia de Segurança Pública tem feito, e bem, e os órgãos de comunicação social têm acompanhado, que tem dialogado com os manifestantes, dando-lhes a entender e a conhecer aquilo que serão os próximos passos.

As palavras de Luís Neves, numa altura em que a PSP reforçou o aviso de que pode intervir perante as manifestações. O ministro falava à margem do lançamento do Centro Operacional da Proteção Civil de Penafiel, no distrito do Porto. O presidente da República pede que o governo e os partidos da oposição se entendam para resolver o problema da habitação. António José Seguro diz que, tendo em conta que já há contributos, agora é a altura de os transformar em soluções, e Vasco Maldonado Correia, o apelo foi deixado em plena sede do governo.

Ao lado do ministro da Presidência, no edifício que alberga grande parte do governo, e coincidência ou não, às oito da noite em ponto. O apelo de António José Seguro é claro: entendam-se.

Há, de facto, um problema de habitação no país e, portanto, ele precisa de ser resolvido. E se há contributos de todos, governo, partidos da oposição, então é útil que todos se entendam para encontrarem as melhores soluções para resolverem os problemas.

Agora é necessário dar o passo seguinte: entenderem-se sobre essas propostas.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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