sexta-feira, 21 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Pescadores passam cinco dias à deriva no mar dentro de uma caixa térmica Já a fazer contas ao regresso às aulas? Sete dicas para controlar gastos Shein planeia listagem na bolsa de Hong Kong a 01 de setembro Hoje é notícia: AIMA? Imigrantes fazem quilómetros; Governo afasta acordo Sasol prevê 31,6 ME para desenvolver 70 comunidades moçambicanas até 2030 Agentes da PSP atacados em Rabo de Peixe. Avança inquérito criminal Gás produzido pela Sasol gerou 1.260 ME ao Estado moçambicano e à CMH em 11 anos Polícia australiana acusa homem de tentar informar Rússia sobre Exército ucraniano Número de mortos em inundações na região chinesa de Guangxi aumenta para 159 New York Times condenado a indemnizar atleta por falsa ligação a tiroteio Pescadores passam cinco dias à deriva no mar dentro de uma caixa térmica Já a fazer contas ao regresso às aulas? Sete dicas para controlar gastos Shein planeia listagem na bolsa de Hong Kong a 01 de setembro Hoje é notícia: AIMA? Imigrantes fazem quilómetros; Governo afasta acordo Sasol prevê 31,6 ME para desenvolver 70 comunidades moçambicanas até 2030 Agentes da PSP atacados em Rabo de Peixe. Avança inquérito criminal Gás produzido pela Sasol gerou 1.260 ME ao Estado moçambicano e à CMH em 11 anos Polícia australiana acusa homem de tentar informar Rússia sobre Exército ucraniano Número de mortos em inundações na região chinesa de Guangxi aumenta para 159 New York Times condenado a indemnizar atleta por falsa ligação a tiroteio
Economia

Tesouro norte-americano duplica compras de obrigações e analistas preveem turbulência

Jornal Económico ·
Tesouro norte-americano duplica compras de obrigações e analistas preveem turbulência

O Departamento do Tesouro norte-americano vai aumentar a compra de obrigações , nos prazos entre os 10 anos e os 30 anos, em pelo menos o dobro.

“O limite máximo passou de dois mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual) por operação para pelo menos quatro mil milhões de dólares (3,4 mil milhões de euros)”, anunciou.

Analistas alertam que a decisão pode trazer turbulência ao mercado.

A medida entra em vigor a 9 de setembro e “manter-se-á em vigor” durante o resto deste trimestre de refinanciamento (até 4 de novembro de 2026).

“O Tesouro fornecerá mais informações sobre os tamanhos futuros das recompras no próximo Relatório Trimestral de Refinanciamento, agendado para 4 de novembro de 2026”, explicou.

“Este aumento dos tamanhos das operações de recompra reflete o desejo do Tesouro de proporcionar um maior apoio à liquidez nos setores de longo prazo com cupão nominal, onde existe um forte apoio consistente por parte dos participantes do mercado, como evidenciado pelo volume significativo de ofertas de alta qualidade que o Tesouro recebe rotineiramente nas operações de recompra de longo prazo”, acrescentou.

A medida do governo norte-americano surge depois de terem sido batidos máximos , ao nível da obrigações, nesta semana.

“A yield [juro pago pelas obrigações] das obrigações norte-americanas a 30 anos avançou na segunda-feira, 17 de agosto, para 5,31%, o que representa um máximo de 2007 e um agravamento de 40 pontos base desde o início de junho.

A taxa das obrigações do Canadá com a mesma maturidade avançou para o nível mais elevado desde 2010 e no Japão estão a renovar máximos deste século.

A tendência é similar no mercado europeu, com a yield das obrigações francesas a 30 anos no nível mais elevado desde 2008, refletindo a ansiedade com as negociações para o orçamento e as eleições de 2027.

Na Alemanha as yields estão em máximos de 2011 e o país deve pagar a taxa mais elevada em 15 anos numa emissão de dívida sindicada que está no mercado”, assinalou a consultora BA&N esta terça-feira, 18 de agosto.

A intervenção do executivo aliviou, durante a sessão de quinta-feira, as yields das obrigações dos Estados Unidos.

Mas mesmo assim ainda ficam à frente das yields de vários países.

As norte-americanas a 30 anos estavam nos 5,25%, as canadianas nos 4,15%, as japonesas nos 4,01%, as francesas nos 4,90%, as alemãs nos 3,76% e as portuguesas nos 4,27%.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›