quinta-feira, 20 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Cerca de 1.700 migrantes transferidos para centros temporários em Ceuta Menina de 4 anos morre de difteria em Itália. Pais recusaram vaciná-la Detido grupo que assaltava bancos em Valência (3.º roubo desde novembro) Via Expresso no norte da Madeira encerrada ao trânsito devido a derrocada OMS. "Ensaio clínico" na população de um país sem saída Segurança Social. UGT questiona impacto da proposta para contas individuais nas pensões futuras Fogo queimou 2.000 hectares de terreno em Torre de Moncorvo Euro ultrapassa 1,17 dólares e atinge máximo de três meses Finlândia torna-se o quarto país europeu a reenviar migrantes para Itália Guerra "não é apenas um fracasso político, mas também moral e espiritual" Cerca de 1.700 migrantes transferidos para centros temporários em Ceuta Menina de 4 anos morre de difteria em Itália. Pais recusaram vaciná-la Detido grupo que assaltava bancos em Valência (3.º roubo desde novembro) Via Expresso no norte da Madeira encerrada ao trânsito devido a derrocada OMS. "Ensaio clínico" na população de um país sem saída Segurança Social. UGT questiona impacto da proposta para contas individuais nas pensões futuras Fogo queimou 2.000 hectares de terreno em Torre de Moncorvo Euro ultrapassa 1,17 dólares e atinge máximo de três meses Finlândia torna-se o quarto país europeu a reenviar migrantes para Itália Guerra "não é apenas um fracasso político, mas também moral e espiritual"
Últimas

Mais de 26 mil doentes críticos não tiveram socorro adequado em 2005. "Temos de fazer um ajuste muito rápido", diz presidente do INEM

Diário de Notícias ·
Mais de 26 mil doentes críticos não tiveram socorro adequado em 2005. "Temos de fazer um ajuste muito rápido", diz presidente do INEM

"Esta era a realidade que nós encontrámos" e que se pretende mudar, afirmou o presidente do INEM, sobre o relatório de atividade da emergência médica que revela que mais de 26 mil doentes críticos não tiveram o socorro adequado em 2005.

Em entrevista à RTP, esta quinta-feira (20 de agosto), Luís Mendes Cabral garantiu que "é esta é a realidade que queremos alterar".

"Foram indicados caminhos para corrigir essas discrepâncias e estamos a implementar essas medidas", disse, adiantando que serão feitas alterações até ao final do ano para melhorar a gestão do instituto.

"Tivemos alguns anos de estagnação em que não houve qualquer investimento nesta área.

O país está a mudar, quer do ponto de vista demográfico, quer em número de população quer também na quantidade de idosos que temos, e precisamos de nos ir adaptando constantemente.

Isso não foi feito e agora temos de fazê-lo muito rapidamente", considerou o presidente do INEM.

Garantiu que “há alterações que têm de ser introduzidas e que serão introduzidas até ao final deste ano”, dando como exemplo a importância de dotar os meios de socorro de meios de diagnóstico, com vista a melhorar a assistência ao doente.

" Muitas destas ocorrências para as quais não há resposta é porque apenas os nossos meios diferenciados e os nossos meios do INEM é que têm capacidade de fazer um eletrocardiograma numa situação de dor torácica, é que têm a capacidade de, por exemplo, numa hipoglicemia administrar o medicamento que vai reverter essa situação e salvar a pessoa", detalhou.

Um cenário que quer ver alterado.

" Temos de ser capazes de dar a todos os meios que dão assistência pré-hospitalar essa capacidade para sermos mais eficazes e não estarmos pendurados numa tipologia de resposta", defendeu.

"Aquilo que, infelizmente, temos de fazer é um ajuste muito rápido e não um ajuste progressivo como devia ter sido feito ao longo dos últimos anos", considerou na entrevista à estação pública.

Aquisição de 1 400 monitores para entregar a todas as ambulâncias de modo a terem a capacidade de efetuar eletrocardiogramas Questionado sobre quando é que o ajuste rápido estará concluído, o responsável pelo INEM deu como exemplo a capacidade de efetuar eletrocardiogramas pelos meios de suporte básico de vida para anunciar: "Vamos fazer uma aquisição de 1400 monitores para entregar a todas as ambulâncias".

" Todos os meios do país terão essa capacidade [efetuar eletrocardiogramas], com a transmissão de informação em tempo real para os nossos centros de orientação de doentes urgentes, onde veremos esses eletrocardiogramas e podemos decidir em conformidade" , explicou.

Assim, “na maior parte das situações", não será preciso enviar uma equipa diferenciada e o doente segue na viatura até ao hospital, acrescentou.

Ler a notícia completa no Diário de Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

Mais de Diário de Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›