Um “grande aliado” dos EUA e o regresso dos Bolsonaros. Veja o “Semanário” do JE
2 de outubro: Escolas e vários serviços paralisados A greve geral da função pública, que teve uma duração de 24 horas, abrangeu 350 mil trabalhadores das carreiras gerais da Administração Pública central e fez-se sentir nos assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos superiores, paralisando escolas e vários serviços.
A greve que juntou três estruturas sindicais afetas à CGTP fizeram-se sentir fortes perturbações com o fecho de várias escolas e serviços públicos.
3 de outubro: Portugal, “um grande aliado” dos EUA A preparar a chegada a Portugal, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, elogiou a forma como Lisboa se tem comportado face às tensões no Médio Oriente.
Afastando qualquer tipo de paralelismos com a forma como os EUA se relacionam com Espanha (relativamente à guerra do Irão, um dos homens fortes da administração Trump não teve dúvidas em afirmar que Portugal “é um grande aliado” e é também “muito cooperante” com os norte-americanos.
4 de outubro: Bolsonaros: eles estão (quase) de volta O Brasil foi a votos e a primeira volta do tão esperado escrutínio eleitoral ditou uma batalha a dois para 25 de outubro: Lula volta a defrontar um Bolsonaro, a versão Flávio (cujas diferenças para a versão Jair não são visíveis à primeira vista).
Em Portugal, venceu o incumbente, mas no Brasil, o legado de Bolsonaro saiu na frente.
A vantagem é curta mas a margem para ir buscar votos é curta.
5 de outubro: Seguro e a “nova cultura política” O Presidente da República estreou-se num discurso no 5 de Outubro no 116.º aniversário da Implantação da República.
Pontos fortes: apelou à urgência daquilo que designou de “nova cultura política” e afastou-se do que chamou de “cultura de trincheiras”.
Na véspera da apresentação do OE para 2027, saudou a aproximação do PS ao Governo para a viabilização do documento mas com duas CPIs prestes a começar, o que não faltam são testes à desejada “nova cultura política”.
6 de outubro: Como parar um país com um comunicado Onde estava quando leu o comunicado de Cristiano Ronaldo? Por cá, estávamos no Porto a preparar a conferência dos dez anos do JE.
A verdade é que o país parou para tentar perceber por que motivo o vencedor de cinco Bolas de Ouro (e um dos melhores jogadores da história do futebol) abandonou o estágio da Seleção.
E soubemos ainda que Cristiano validou um guião de oito pontos que Jesus teria que ler.
Não cumpriu, CR7 chamou o jato privado e foi-se embora.
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