sexta-feira, 9 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Criação de empresas em Portugal cai 3,2% até setembro› Euribor cai a três, seis e 12 meses: o que significa para os empréstimos?› Linhas 1 e 3 do Metro Sul do Tejo condicionadas após acidente em Almada› Nobel da Paz para Navi Pillay atesta valor dos direitos humanos› Projeto da Mina da Borralha selecionado pela UE como estratégico na extração em Portugal› Há 23 anos, Brooklyn recebeu transplante. Agora casou com irmão do doador› Melhorias no combate ao tráfico humano em Moçambique ainda são insuficientes› Governo apoia viticultores do Douro com 12 milhões: Como funciona?› Polícia Marítima apreende 464 kg de haxixe entre Cabo Espichel e Sines› Pedrógão Grande estreia festival de cinema de terror Castelo Horror› Criação de empresas em Portugal cai 3,2% até setembro› Euribor cai a três, seis e 12 meses: o que significa para os empréstimos?› Linhas 1 e 3 do Metro Sul do Tejo condicionadas após acidente em Almada› Nobel da Paz para Navi Pillay atesta valor dos direitos humanos› Projeto da Mina da Borralha selecionado pela UE como estratégico na extração em Portugal› Há 23 anos, Brooklyn recebeu transplante. Agora casou com irmão do doador› Melhorias no combate ao tráfico humano em Moçambique ainda são insuficientes› Governo apoia viticultores do Douro com 12 milhões: Como funciona?› Polícia Marítima apreende 464 kg de haxixe entre Cabo Espichel e Sines› Pedrógão Grande estreia festival de cinema de terror Castelo Horror
Economia

Nobel da Paz 2026 para jurista sul-africana Navi Pillay

Jornal Económico ·
Nobel da Paz 2026 para jurista sul-africana Navi Pillay

A jurista sul-africana Navanethem “Navi” Pillay foi distinguida com o Prémio Nobel da Paz de 2026 pelos seus esforços na promoção da paz e do direito internacional, anunciou esta sexta-feira o Comité Nobel Norueguês.

Segundo a agência Reuters, o prémio, no valor de 12 milhões de coroas suecas (cerca de 1,1 milhões de euros), será entregue a 10 de dezembro, em Oslo.

Aos 85 anos, Pillay tem uma carreira marcada pela defesa dos direitos humanos e pela participação em algumas das principais instituições judiciais internacionais.

De acordo com a Associated Press (AP), a antiga alta-comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos é atualmente juíza do Tribunal Internacional de Justiça.

Nascida na África do Sul, numa família de origem indiana, Pillay iniciou a sua carreira jurídica durante o apartheid, período em que defendeu opositores do regime, incluindo Nelson Mandela.

Mais tarde, integrou o Tribunal Penal Internacional para o Ruanda e o Tribunal Penal Internacional.

O Financial Times destaca o seu percurso como pioneira na área jurídica e o contributo para a responsabilização por crimes internacionais.

Entre 2008 e 2014, exerceu funções como alta-comissária da ONU para os Direitos Humanos.

Mais recentemente, presidiu à comissão de inquérito independente das Nações Unidas sobre os territórios palestinianos ocupados, incluindo Jerusalém Oriental, e Israel.

A comissão concluiu que Israel cometeu genocídio na Faixa de Gaza, uma conclusão que suscitou contestação política e diplomática.

Segundo a Reuters, o Nobel da Paz é o quinto prémio anunciado esta semana, depois das distinções nas áreas da Medicina, Física, Química e Literatura.

Em 2025, o galardão foi atribuído à líder da oposição venezuelana María Corina Machado.

Este ano assinala-se o 125º aniversário do Prémio Nobel da Paz, um dos mais prestigiados do planeta.

Pillay, nascida na África do Sul em 1941, sucede à líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, que recebeu o prémio em 2025 pelos seus “esforços incansáveis” na promoção dos direitos humanos e das liberdades na Venezuela e no fomento de uma transição “justa e pacífica” da “ditadura para a democracia”.

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Este assunto em outros veículos

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›