sexta-feira, 9 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA› Apple prepara novo cérebro da casa inteligente para 13 de outubro› Robôs que imitam animais podem transformar tarefas do dia a dia› A violência digital entre adolescentes numa sociedade que banaliza o ódio› Agentes no Irã usam IA para veicular notícias falsas sobre guerra nos EUA› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI› Microsoft redesenha busca do Windows 11 e aposta em IA para achar e fazer› Meta proíbe anúncios do TikTok no Facebook e no Instagram em 7 países› Crueldade contra máquinas: Anthropic veta comportamento abusivo com IA› Apple prepara novo cérebro da casa inteligente para 13 de outubro› Robôs que imitam animais podem transformar tarefas do dia a dia› A violência digital entre adolescentes numa sociedade que banaliza o ódio› Agentes no Irã usam IA para veicular notícias falsas sobre guerra nos EUA› Astronautas da missão Crew-12 retornam à Terra após oito meses na ISS› Anthropic lança painel de controle e ferramentas de animação para Claude› Hackers ligados à China davam acesso a e-mails roubados, segundo FBI
Últimas

Projeto de lei prevê até 5 anos por fake news sobre vacinas e tratamentos

UOL Notícias ·
Projeto de lei prevê até 5 anos por fake news sobre vacinas e tratamentos

O Projeto de Lei 2709/26 prevê crime para a divulgação intencional de informações falsas ou sem comprovação científica sobre saúde, vacinas, epidemias e tratamentos médicos. A Câmara dos Deputados analisa a proposta.

A pena prevista é de detenção de um a três anos e multa para quem divulgar esse tipo de conteúdo em qualquer meio de comunicação. O projeto altera o Código Penal e também estabelece regras para profissionais de saúde e plataformas digitais.

A punição pode subir para dois a cinco anos de reclusão, além de multa e suspensão do exercício profissional. Esse agravamento vale quando o crime for cometido por profissional de saúde ou por alguém que lucre com a divulgação, inclusive com monetização nas redes sociais.

O responsável também poderá responder por lesão corporal grave ou homicídio se a informação falsa levar alguém a recusar tratamento e houver lesão grave ou morte previsível. Plataformas digitais e redes sociais deverão sinalizar conteúdos de saúde sem comprovação técnica.

As autoras, as deputadas Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e Luizianne Lins (Rede-CE), e a ex-deputada Heloisa Helena afirmam que a medida busca combater conteúdos que coloquem vidas em risco. "A livre manifestação do pensamento é um pilar democrático sagrado, mas não pode servir de escudo para condutas que colocam vidas em risco, estimulam o abandono de tratamentos médicos consolidados, sabotam campanhas de vacinação ou promovem curas milagrosas sem eficácia", diz a justificativa.

A proposta será analisada pelas comissões de Comunicação, de Saúde e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário e precisará ser aprovada pela Câmara e pelo Senado para virar lei.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›