Quando Nietzsche chorou, e eu fiquei pensando…
Quando Nietzsche Chorou nos faz refletir sobre comunicação, comportamento e a forma como nossas palavras e o tom que usamos podem transformar relações.
Dia desses li uma frase atribuída a Nietzsche que me pegou de jeito e fiquei refletindo a ponto de trazer aqui para compartilhar com você, leitor (a).
“Na maioria das vezes, quando discordamos de alguém, não é por causa do que essa pessoa diz, mas por causa do tom que ela usa.” Você já reparou nisso?
Fui pesquisar de onde vinha essa ideia e descobri que está na obra Humano, Demasiado Humano. Fez todo sentido. Como escrevo sobre comportamento, mercado de trabalho e conexões humanas, lembrei na hora de um livro que li lá na década de 90, Quando Nietzsche Chorou . Um bestseller que imagina sessões de terapia entre o filósofo e o médico vienense Josef Breuer, cada um tentando curar o outro sem admitir isso. E o livro entrega algo curioso, quase irônico, nem o pensador que mais questionou a razão humana escapava das próprias vaidades, dores e paixões escondidas atrás do discurso racional.
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