sexta-feira, 16 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› México espera chuvas e ondas fortes devido ao furacão Trudy› Índia busca atrair empresas de data centers e corre para aumentar energia limpa› Bolívia recebe primeira visita de Estado de um presidente chileno em 71 anos› Saiba quando começa a valer o fim da escala 6x1 no Brasil› Perguntei a três IAs se redes podem manipular a eleição. 'Sim', responderam› Argentina iniciará era pós-Messi com amistosos contra Uruguai e Costa Rica› Putin diz que Rússia está criando "zona de segurança" inegociável na Ucrânia ao longo da fronteira› Devotos caminham descalços sobre brasas durante festival religioso na Tailândia› Singapura acusa empresas indonésias por incêndios florestais no Sudeste Asiático› Presidente do Equador anuncia que Colômbia retoma a venda de eletricidade› México espera chuvas e ondas fortes devido ao furacão Trudy› Índia busca atrair empresas de data centers e corre para aumentar energia limpa› Bolívia recebe primeira visita de Estado de um presidente chileno em 71 anos› Saiba quando começa a valer o fim da escala 6x1 no Brasil› Perguntei a três IAs se redes podem manipular a eleição. 'Sim', responderam› Argentina iniciará era pós-Messi com amistosos contra Uruguai e Costa Rica› Putin diz que Rússia está criando "zona de segurança" inegociável na Ucrânia ao longo da fronteira› Devotos caminham descalços sobre brasas durante festival religioso na Tailândia› Singapura acusa empresas indonésias por incêndios florestais no Sudeste Asiático› Presidente do Equador anuncia que Colômbia retoma a venda de eletricidade
Política

Juristas pela Democracia pedem suspeição de Kássio Nunes Marques no TSE por decisões contra ‘Exército do Lula’

Revista Fórum ·
Juristas pela Democracia pedem suspeição de Kássio Nunes Marques no TSE por decisões contra ‘Exército do Lula’

A Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) protocolou no Tribunal Superior Eleitoral um pedido de suspeição por parcialidade partidária contra o ministro Kassio Nunes Marques, presidente da corte.

A entidade questiona a sequência de decisões que, entre 11 e 14 de outubro, suspenderam, restabeleceram e voltaram a restringir o canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Avante-MG) e com mais de 4 milhões de membros. pedido foi apresentado no processo movido pela campanha de Flávio Bolsonaro contra o presidente Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e Janones.

A ABJD alega que as intervenções de Kassio ultrapassaram suas atribuições administrativas e que um canal ligado à campanha de Flávio Bolsonaro não foi submetido a restrições equivalentes.

A ABJD alega na petição que o ministro Kassio Nunes Marques adotou medidas que teriam ultrapassado suas atribuições administrativas como presidente do TSE e se sobreposto à atuação do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, relator da ação que discute o caso.

Enquanto Cueva pediu mais informações à campanha de Flávio Bolsonaro antes de analisar a solicitação de restrição ao canal, Kassio agiu por conta própria, impondo e depois revertendo medidas em sequência acelerada.

A acusação central é de parcialidade partidária: a associação sustenta que a conduta do ministro, somada à possível diferença de tratamento em relação a um canal de apoio a Flávio Bolsonaro, justifica a apuração de eventual parcialidade.

O pedido foi apresentado formalmente no processo movido pela campanha do senador contra o presidente Lula (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o próprio Janones, o que torna o contexto político da disputa inseparável da análise jurídica que a ABJD pede ao tribunal.

As decisões de Kassio Nunes Marques e o ‘Exército do Lula’ Em 11 de outubro , Kassio Nunes Marques suspendeu administrativamente o canal “Exército do Lula”.

No mesmo dia, reverteu a própria decisão, considerando insuficientes as justificativas apresentadas para mantê-lo fora do ar por completo.

Dois dias depois, em 13 de outubro , o ministro voltou a impor restrições: proibiu novas publicações e a entrada de novos seguidores, além de exigir que o endereço do canal fosse informado formalmente à Justiça Eleitoral.

O canal só voltou ao ar na noite de quarta-feira, dia 14.

Para a ABJD, essa sequência de idas e vindas não foi juridicamente neutra.

A associação afirma que as decisões criaram insegurança jurídica e prejudicaram concretamente a divulgação de conteúdo e a mobilização de apoiadores de Janones durante a campanha.

Ler a notícia completa no Revista Fórum ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.

Mais de Revista Fórum

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›