Campeão olímpico revela que “raiva” motivou ouro olímpico do vôlei em 1992
Giovane Gávio, campeão olímpico com a Seleção Brasileira masculina de Vôlei em 1992, revelou que um momento de “raiva” foi determinante para a conquista inédita.
O ex-jogador detalhou um episódio contra a equipe de Cuba que marcou uma virada de chave para o grupo.
O ouro olímpico de 1992 foi o primeiro em esportes coletivos para o Brasil.
Em entrevista ao Charla Podcast, Gávio relembrou um jogo tenso contra a seleção cubana em São Paulo, dois meses antes das Olimpíadas.
“Brasil e Cuba, no Ibirapuera, 2 meses antes dos Jogos Olímpicos de Barcelona-1992.
Estava no tie-break, nós estávamos ganhando de 11 a 9 ou 12 a 9”, narrou o ex-atleta.
Zé Roberto Guimarães é anunciado como treinador de time nos EUA 10 anos da Rio 2016: relembre os momentos que marcaram os Jogos Olímpicos Zé Roberto confirma volta de Gabi Guimarães e Nyeme para Sul-Americano Ele descreveu um lance em que um jogador cubano puxou a rede sem que o juiz visse, dando o ponto para os adversários.
“Dá a rede do Carlão.
Caraca, o Carlão queria matar todo mundo.
Zé Roberto ficou nervoso, foi lá e quis meter o dedo na cara do cubano… eu falei, Zé, vamos perder na porrada também.
Tirei o Zé da confusão”, lembrou Gávio.
A virada de chave para o ouro Apesar do incidente e da frustração, aquele jogo gerou uma percepção crucial para a equipe brasileira.
“A gente nunca tinha ganhado de Cuba.
Aquela geração não tinha ganho de Cuba.
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