Dr. Wanderley propõe 'revolução' no SUS e foca em saúde e mulher
Escolha de deputados e senadores é diferente; entenda o peso do seu voto O candidato ao Senado por Alagoas, Dr.
Wanderley (MDB), defendeu uma "revolução" no Sistema Único de Saúde (SUS), propôs que crimes de violência contra a mulher sejam julgados prioritariamente por juízas e promotoras e apontou as altas taxas de juros como o principal entrave para a economia do país. 📱Participe do canal do g1 Alagoas As declarações foram dadas na sexta-feira (4), durante sabatina da TV Ponta Verde com candidatos ao Senado Federal.
LEIA MAIS: Davi Davino defende tarifa zero e reforma administrativa Em primeira sabatina, Arthur Lira diz que fim da 6x1 pode gerar desemprego Renan Calheiros critica JHC e defende mudança no Bolsa Família em primeira sabatina Eleições 2026: veja todos os candidatos ao Senado por Alagoas Revolução no SUS e pacto federativo Médico cardiologista e ex-vice-governador, Dr.
Wanderley colocou a saúde como sua prioridade central de campanha.
Segundo o candidato, a estrutura atual precisa ser adaptada às novas demandas da população, focando no combate a doenças cardíacas, câncer e traumas.
"Nós temos que rever o pacto federativo entre Estado, União e municípios.
Temos que profissionalizar os gestores para que não haja desperdício e investir nas carreiras dos profissionais de saúde para acabar com as filas", afirmou.
O candidato também ressaltou seu histórico no setor, citando a realização do primeiro transplante de coração de Alagoas, em 1989, e sua participação na criação do Sistema Nacional de Transplantes (SNT).
Violência contra a mulher e segurança Na área de segurança pública, Dr.
Wanderley defendeu a integração das forças policiais entre município, estado e União, enfatizando medidas preventivas.
Sua principal proposta no setor envolve o combate à violência de gênero.
O candidato prometeu apresentar um projeto de lei para que os crimes contra a mulher sejam julgados prioritariamente por magistradas e promotoras.
"Meu primeiro projeto lá em Brasília será um projeto de lei para que qualquer violência de homem contra mulher seja julgada por uma juíza e por uma promotora mulher, para que as mulheres possam interferir", declarou.
Questionado sobre um eventual endurecimento de penas, como a adoção de prisão perpétua, o candidato se posicionou contra a medida geral, defendendo que o país já possui leis suficientes e que o foco deve ser o seu cumprimento rigoroso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Alagoas.