Web se mobiliza após esposa de Lito Sousa atualizar busca por tratamento
A luta de Lito Sousa por um tratamento experimental contra a doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) mobilizou novamente as redes sociais.
Nesta terça-feira (25/8), Mila Seidl, esposa do piloto e influenciador , revelou que a família ainda não conseguiu uma vaga em nenhum dos estudos que poderiam oferecer uma possibilidade de tratamento.
A atualização voltou a provocar uma onda de solidariedade nas redes sociais.
Entre os comentários, internautas demonstraram preocupação principalmente com a velocidade de evolução da doença.
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Outro internauta deixou uma mensagem de apoio: “Força, Lito! Todos torcendo e enviando as melhores energias pra você”.
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1 de 6 Influenciador Lito Sousa recebe homenagem de piloto brasileiro nos EUA Montagem/Metrópoles 2 de 6 Esposa de Lito Sousa, Mila Seidl pede ações urgentes a autoridades e instituições Instagram/Reprodução 3 de 6 Lito Sousa Reprodução/Instagram 4 de 6 O diagnóstico de Lito Sousa foi revelado nesta sexta-feira (21/8) Instagram/Reprodução 5 de 6 Neurocirurgião detalha doença de Lito Sousa: "Não existe tratamento" Instagram/Reprodução 6 de 6 Lito Sousa Reprodução A mobilização também veio acompanhada de pedidos de oração.
“Sigo em oração para que o Lito possa de alguma forma ser tratado dessa doença diabólica”, comentou uma seguidora.
Outra pessoa demonstrou preocupação com o tempo de espera diante da evolução da doença: “Se a doença avança tão rápido, espero que os centros de pesquisa tenham dado pelo menos uma noção de prazo pra esposa dele”.
Segundo Mila, a Ionis Pharmaceuticals, responsável pela pesquisa com o medicamento experimental ION717 e apontada pela família como uma das principais esperanças para Lito, informou que o estudo está fechado para novos participantes.
Neste momento, também não há autorização para o uso compassivo da substância.
A família também recebeu uma resposta do Broad Institute, ligado a Harvard e ao MIT.
Lito pode passar por uma entrevista inicial para o estudo PRiSM, mas, de acordo com Mila, a possibilidade oferecida neste momento seria de participação no grupo de controle, que não recebe o medicamento experimental.
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