sexta-feira, 28 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Cyberbullying raramente ocorre de forma isolada e funciona como extensão da violência escolar Pesquisas detalham como o desmatamento impulsiona vetores de Chagas e leishmaniose na Amazônia Estudo sobre consumo de alimentos ultraprocessados na infância busca voluntários VÍDEO | Jogo de tabuleiro incentiva crianças a comer pescado Finep e Conselho Norueguês de Pesquisa promovem 5ª Chamada Conjunta Escola Sirius para Professores do Ensino Médio Novos dados, código aberto e o futuro dos geoportais municipais ‘Conselho de Paz’ de Trump alerta: descumprimento pode levar a nova guerra em Gaza Em quarto dia de greve, médicos do Paraguai exigem melhores condições de trabalho China suspende operações de resgate no Tibete frente ao risco de nova avalanche Cyberbullying raramente ocorre de forma isolada e funciona como extensão da violência escolar Pesquisas detalham como o desmatamento impulsiona vetores de Chagas e leishmaniose na Amazônia Estudo sobre consumo de alimentos ultraprocessados na infância busca voluntários VÍDEO | Jogo de tabuleiro incentiva crianças a comer pescado Finep e Conselho Norueguês de Pesquisa promovem 5ª Chamada Conjunta Escola Sirius para Professores do Ensino Médio Novos dados, código aberto e o futuro dos geoportais municipais ‘Conselho de Paz’ de Trump alerta: descumprimento pode levar a nova guerra em Gaza Em quarto dia de greve, médicos do Paraguai exigem melhores condições de trabalho China suspende operações de resgate no Tibete frente ao risco de nova avalanche
Últimas

Referendo sobre a UE na Islândia: em Reykjavik, campanhas do "sim" e do "não" disputam votos dos indecisos

UOL Notícias ·
Referendo sobre a UE na Islândia: em Reykjavik, campanhas do "sim" e do "não" disputam votos dos indecisos

Na véspera do referendo sobre a retomada das negociações de adesão à União Europeia, marcado para este sábado (29), a campanha está a todo vapor na Islândia. Na capital Reykjavik, ativistas dos dois lados tentam convencer os eleitores até o último minuto antes da votação.

Com uma pilha de panfletos debaixo do braço, Haraldur Olafsson caminha pelas ruas de Reykjavik. Sob um sol excepcionalmente generoso para a capital islandesa, na quinta-feira (27), o presidente da associação que se opõe ao referendo esperava convencer os últimos eleitores indecisos antes da votação de sábado.

Os cerca de 390 mil habitantes da ilha não votarão diretamente a favor ou contra a adesão à União Europeia (UE) . A questão é mais específica: o governo deve ter autorização para retomar as negociações de adesão com Bruxelas, suspensas em 2013? Caso o "sim" vença, qualquer acordo negociado terá de ser submetido a um segundo referendo.

A poucos dias da votação, o resultado permanece bastante incerto. Uma pesquisa do instituto Maskina, realizada entre os dias 21 e 25 de agosto, apontou 51,3% de intenções de voto favoráveis e 48,7% contrárias entre os eleitores que declararam uma preferência.

Para Haraldur Olafsson, professor de ciências meteorológicas que viveu na França por vários anos, o debate gira principalmente em torno da soberania nacional. E há um tema que concentra todas as preocupações: a pesca. Em 2025, os produtos do mar responderam por quase 39% das exportações de mercadorias da Islândia. O país construiu parte de sua prosperidade econômica e de sua identidade política sobre o controle de suas águas.

Entre as décadas de 1950 e 1970, as chamadas "Guerras do Bacalhau" colocaram a Islândia em confronto com o Reino Unido para ampliar sua zona de pesca e afastar embarcações pesqueiras estrangeiras. Meio século depois, o assunto continua sendo um dos mais sensíveis em qualquer discussão com Bruxelas. Hoje, Reykjavik mantém amplo controle sobre as cotas e a gestão de seus recursos pesqueiros.

A adesão à União Europeia integraria o país à Política Comum das Pescas, a política pesqueira da União Europeia. Em regra, as embarcações registradas na UE têm acesso igual às águas e aos recursos pesqueiros do bloco, com algumas exceções. As cotas também são definidas por normas europeias. É exatamente isso que preocupa Haraldur Olafsson.

"Nunca se sabe qual será a decisão da União Europeia em relação à pesca. Franceses, espanhóis, holandeses, todos querem vir pescar na Islândia. Tememos que não haja peixe suficiente para todos", afirma.

A pesca já era uma das questões mais sensíveis durante a tentativa anterior de adesão. A Islândia apresentou sua candidatura em 2009, após o colapso de seu sistema bancário, mas as negociações foram arquivadas quatro anos depois, com a chegada ao poder de um governo mais eurocético.

Haraldur Olafsson está convencido de que, mesmo que o "sim" vença no sábado, a adesão acabará sendo rejeitada.

"Muitos islandeses não querem impedir que seu governo negocie com a União Europeia.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›