sexta-feira, 25 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Estudiantes confirma local do duelo com o Fla na semi da Libertadores; veja› Transmissão ao vivo de Noruega x Dinamarca pela Liga das Nações: veja onde assistir› Transmissão ao vivo de Sérvia x Grécia pela Liga das Nações: veja onde assistir› Transmissão ao vivo de Holanda x Alemanha pela Liga das Nações: veja onde assistir› Paolini lidera e Itália volta à semi para rever 'freguesa' Ucrânia› Bortoleto avalia novidades da Audi: 'Teve coisa que melhorou e que piorou'› F1: Red Bull leva pacote de atualizações final a Baku e 'vira chave' para 2027› Rixa! Norma Dumont relata encontro com Ailín Pérez antes do UFC Vegas 121: "Está apavorada"› Favorita, Pigossi cai nas duplas e se despede de Tolentino› QUINTA-LIVRE AO VIVO: Acompanhe debate sobre treinos do GP do Azerbaijão de F1› Estudiantes confirma local do duelo com o Fla na semi da Libertadores; veja› Transmissão ao vivo de Noruega x Dinamarca pela Liga das Nações: veja onde assistir› Transmissão ao vivo de Sérvia x Grécia pela Liga das Nações: veja onde assistir› Transmissão ao vivo de Holanda x Alemanha pela Liga das Nações: veja onde assistir› Paolini lidera e Itália volta à semi para rever 'freguesa' Ucrânia› Bortoleto avalia novidades da Audi: 'Teve coisa que melhorou e que piorou'› F1: Red Bull leva pacote de atualizações final a Baku e 'vira chave' para 2027› Rixa! Norma Dumont relata encontro com Ailín Pérez antes do UFC Vegas 121: "Está apavorada"› Favorita, Pigossi cai nas duplas e se despede de Tolentino› QUINTA-LIVRE AO VIVO: Acompanhe debate sobre treinos do GP do Azerbaijão de F1
Ciência

Mulher teve nariz amputado como punição há 700 anos, sugere estudo

Galileu ·
Mulher teve nariz amputado como punição há 700 anos, sugere estudo

Há cerca de 700 anos, uma mulher que vivia na China teve parte do nariz amputada e sobreviveu por anos após o procedimento.

A mutilação provavelmente não foi resultado de um acidente: pesquisadores acreditam que ela tenha recebido a amputação como punição por um crime, como roubo ou adultério.

O esqueleto foi encontrado em 2019 durante escavações no cemitério de Sanzhiyuan, na província de Henan, no leste da China.

Cerca de 300 esqueletos foram descobertos no local, mas o caso chamou atenção posteriormente por características incomuns no crânio, e pela forma como a mulher foi enterrada.

Segundo estudo, publicado em 3 de setembro na revista Journal of Archaeological Science: Reports, ela estava sozinha, de bruços, dentro de um caixão de madeira na extremidade sul do cemitério.

O único objeto funerário encontrado junto ao corpo era um grampo de cabelo de cobre.

Datações por radiocarbono, que estima a idade de amostras arqueológicas a partir da idade de átomos de carbono, indicaram que a mulher viveu entre 1298 e 1404, período correspondente à Dinastia Yuan ou ao início da Dinastia Ming.

Como a escavação original foi feita rapidamente antes de uma nova construção no local, as características incomuns do crânio não foram reconhecidas imediatamente.

Foi somente em 2024, quando o arqueólogo Yawei Zhou, da Universidade de Zhengzhou, analisou os esqueletos encontrados no cemitério, que o possível caso de amputação nasal foi identificado.

O que aconteceu com o nariz? Como destaca o site Live Science, uma das principais pistas estava na abertura nasal do crânio (abertura piriforme), que era maior que o normal.

Os pesquisadores descobriram que os dois ossos nasais haviam sido parcialmente amputados, deixando apenas cerca de metade da ponte do nariz.

Uma análise mais detalhada também revelou que diversos ossos no interior do nariz estavam quebrados.

As extremidades, porém, apresentavam sinais de cicatrização, indicando que a mulher sobreviveu ao ferimento.

Segundo os pesquisadores, a lesão provavelmente deixou a região central de seu rosto com uma aparência “oca”.

Ler a notícia completa no Galileu ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistagalileu.globo.com — o conteúdo pertence a Galileu.

Este assunto em outros veículos

Mais de Galileu

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›