Sem roupa adequada para trabalhar grávida, empresária cria negócio que fatura R$ 600 mil por ano
Empreendedora cria uniformes inclusivos e fatura R$ 600 mil por ano Quando engravidou da primeira filha, a administradora Mônica Mota percebeu um problema que até então passava despercebido.
Acostumada à rotina corporativa em uma multinacional, ela não encontrava roupas adequadas para continuar trabalhando com o mesmo padrão de vestimenta exigido pelo cargo.
As opções disponíveis para gestantes eram limitadas e distantes do ambiente executivo.
A solução veio da própria necessidade.
Ela desenhou uma camisa social adaptada para gestantes e, sem imaginar, deu o primeiro passo para criar um negócio especializado em uniformes inclusivos.
Hoje, a empresa sediada em São Bernardo do Campo (SP) atende demandas corporativas com peças desenvolvidas para diferentes perfis de trabalhadores e fatura cerca de R$ 600 mil por ano, após um investimento inicial de R$ 30 mil.
"Quando a mulher engravida, o mercado de trabalho exclui", afirma a empreendedora.
Foi dessa percepção que nasceu a primeira camisa social para gestantes criada por ela.
O produto despertou o interesse de outras mulheres e começou a gerar encomendas.
Empresa aposta em uniformes inclusivos e alcança faturamento de R$ 600 mil por ano Reprodução/PEGN Da gravidez à inclusão Inicialmente focada no consumidor final, a empresa precisou se reinventar durante a pandemia.
Foi nesse período que Mônica recebeu o convite de uma multinacional do agronegócio para falar sobre vestuário para gestantes no ambiente de trabalho.
A apresentação acabou abrindo uma nova oportunidade de mercado.
A companhia buscava ampliar a participação feminina em suas fábricas e precisava oferecer uniformes adequados para funcionárias grávidas.
O desafio foi maior do que ela imaginava.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.