Brasil � o epicentro da 'Economia da Esperan�a'
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Empreendedor, engenheiro de materiais e especialista em economia circular e inovação de impacto. Fundou a Boomera, uma das empresas pioneiras do setor no Brasil
O Brasil costuma ser descrito como o país do futuro. O problema é que tratamos esse futuro como uma promessa permanente. Hoje, porém, talvez estejamos diante de uma oportunidade diferente: não apenas participar da transição para uma nova economia global mas também ajudar a defini-la.
A renovação do meu mandato como conselheiro sênior do Centro para Natureza e Clima do Fórum Econômico Mundial reforça essa possibilidade e me desafia a aprofundar a reflexão sobre o potencial brasileiro de liderar o que denomino Hope Economy .
No primeiro ano, diante da COP30 , estive focado em apoiar o Fórum a melhor compreender o Brasil. No próximo ciclo, tenho à frente uma missão de aproximar o ecossistema brasileiro de bioeconomia , inovação e empreendedorismo de impacto das principais discussões econômicas globais.
Essa mudança de foco é bastante significativa. Durante muito tempo, o Brasil ocupou espaço nas conversas internacionais como detentor de recursos naturais e protagonista das negociações climáticas. E agora o país pode assumir o protagonismo na construção de uma nova economia.
Convivendo com lideranças empresariais, investidores, formuladores de políticas públicas e especialistas ligados ao Fórum Econômico Mundial , uma percepção tornou-se evidente: o mundo já começou a reorganizar as próprias prioridades econômicas.
Bioeconomia, biotecnologia, segurança alimentar, minerais críticos, inteligência artificial e transição energética deixaram de ser agendas setoriais para ocupar o centro das estratégias das principais economias globais.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folha.uol.com.br — o conteúdo pertence a Folha de S.Paulo.