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Corinthians sobrevive a sufoco do Rosario Central em mais um empate nas oitavas da Libertadores

UOL Esporte ·
Corinthians sobrevive a sufoco do Rosario Central em mais um empate nas oitavas da Libertadores

O Corinthians pode comemorar o 0 a 0 com o Rosario Central na Argentina pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. O time mal viu a cor da bola, mas segurou os mandantes no Estádio Gigante de Arroyito, na primeira partida oficialmente sem Memphis Depay.

Os corintianos não conseguiram sair para a criação e levaram um sufoco dos argentinos. Ángel Di María, maestro do Rosario, mostrou como orquestrar um time aos 38 anos. Faltou qualidade para que os companheiros convertessem o volume de jogo em gols.

Sobrou jogo físico e empurrões entre discussões. Rosario Central e Corinthians fizeram partida com cara de Libertadores. No intervalo, já eram seis cartões amarelos, reflexo das disputas fortes dos dois lados do campo. Futebol jogado ficou em falta.

Foi o sétimo empate dos oito jogos das oitavas de final da Libertadores. O único jogo que não teve igualdade foi a partida entre Tolima e Independiente Del Valle, adiada pela Conmebol, por causa do terremoto na Colômbia.

Os corintianos acertaram o travessão em uma chance clara, apenas aos 42 minutos. Praticamente sem querer, Matheus Bidu completou de cabeça um cruzamento de Matheuzinho e assustou os donos da casa.

Procurando Di María a cada jogada, o Rosario pressionou o Corinthians, buscando o camisa 11 pelos lados. A pontaria falhou, com apenas um chute na direção do gol em seis tentativas no primeiro tempo.

Por volta dos 35 minutos, o Rosario chegou perto de ter um pênalti. Primeiro, Giovanni Cantizano foi derrubado por Gustavo Henrique. Inicialmente, o uruguaio Andrés Matonte mandou seguir, mas, depois, foi ao VAR para analisar a mão de Gabriel Paulista, que caiu na trajetória da bola em seguida. Matonte não viu penalidade.

O segundo tempo iniciou na mesma toada. O Corinthians era amassado no seu campo de defesa. Di María passou a dividir a função de articulação com Jaminton Campaz. O camisa 8 infernizou Matheuzinho no lado esquerdo de ataque do Rosario.

Pedro Raul mal aparecia. O centroavante, que depende de bolas na área, ficava isolado do restante do time, preso atrás. Kaio César estava à disposição para transições em velocidade, mas quase não era acionado.

O futebol já não era o protagonista, quando, aos 20 minutos, Hugo Souza alertou o juiz que havia sido alvo de ofensas racistas vindas da arquibancada. Matonte fez o sinal de "X" com os braços e sinalizou a situação ao delegado da partida. Os jogadores do Rosario pediram calma aos torcedores. O jogo foi para a pausa de reidratação, sem ter outra paralisação pelo caso.

Com o jogo retomado, o Rosario tirou o pé, com claro desgaste físico, principalmente do veterano Di María. O Corinthians pôde, então, ensaiar subidas ao ataque, mas não encontrava espaços. Aos 35 minutos, a dificuldade aumentou, com a expulsão de Allan pelo segundo amarelo.

Na blitz do Rosario, nos minutos finais, Raniele parou, com a mão, um cruzamento do time argentino. Novamente, Matonte analisou não ter havido pênalti.

O Corinthians armou uma retranca e se segurou. Fernando Diniz finalmente utilizou substituições e recheou a defesa.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Esporte.

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