Tendência é que Flamengo e Palmeiras façam a final da Libertadores. De novo
Libertadores: Fluminense e Palmeiras começam a decidir vaga para a final nesta quarta-feira A sequência de sete títulos brasileiros fortalece o argumento de que a Libertadores está ficando monótona — pelo menos para quem está de fora da festa.
Às vésperas das semifinais, existe uma possibilidade bastante concreta de que a decisão repita um roteiro conhecido: Flamengo e Palmeiras, protagonistas das finais de 2021 e 2025, novamente frente a frente.
Hoje, Fluminense e Palmeiras se enfrentam no Maracanã, às 21h30.
Amanhã, no mesmo horário, o Flamengo visita o Estudiantes.
As partidas de volta acontecem na próxima semana.
Antes que tricolores e pincharratas peguem em armas, faço questão de ressaltar que favoritismo, quando chega a hora da fritura, não é garantia de nada.
Se assim fosse, o futebol provavelmente seria um passatempo algo entediante, e não esta doce loucura que desgraça nossas cabeças duas vezes por semana.
Gustavo Gómez bloqueia chute de Samuel Lino em Flamengo x Palmeiras André Durão E essa conjectura está bem longe de representar algum demérito para os demais envolvidos.
Revigorado desde que Marcão foi efetivado como técnico, o Fluminense já mostrou que é um time capaz de enfrentamentos duros contra adversários de grande porte.
E o Estudiantes de La Plata, treinado por Cacique Medina, além de ser um verdadeiro emblema da Libertadores, tem conseguido se manter competitivo no cenário continental -- com muito menos dinheiro, desempenha um papel mais digno que os gigantes Boca e River, seus conterrâneos.
Acontece que vão precisar mastigar uma carne de pescoço das mais resistentes.
Além de concentrarem a disputa pelos principais títulos nos últimos anos, tanto Palmeiras quanto Flamengo atravessam uma fase de resultados consistentes e futebol convincente.
Mesmo que os paulistas não tenham Vitor Roque e que os rubro-negros tenham chegado à Argentina com cinco desfalques, ambos possuem elencos capazes de neutralizar essas ausências.
A força dos elencos é a ponta do imenso iceberg financeiro que sustenta o protagonismo dos dois clubes.
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