Conheça ‘Viver é Melhor que Sonhar’, filme sobre os anos de anonimato de Belchior pela América Latina
Viver é Melhor que Sonhar , longa dirigido por E duardo Albergaria ( Nosso Sonho ), parte do capítulo mais e nigmático da trajetória do cantor e compositor cearense Antonio Carlos Belchior (1946–2017): os anos e m que o artista abandona o patrimônio e a identidade que havia construído ao longo de décadas para cair na e strada ao lado de E dna , seu novo amor.
Conheça mais da novidade a seguir: Qual é a história de Viver é Melhor que Sonhar ? Em vez de reconstituir a trajetória de ascensão de um ícone da música brasileira, Viver é Melhor que Sonhar acompanha o artista no momento e m que rompe com a vida que havia construído e se coloca novamente e m movimento.
Nas e stradas, cidades e fronteiras que atravessam, Belchior e E dna e ncontram abrigo e ajuda justamente e ntre aqueles para que m o cantor jamais consegue desaparecer por completo: seus fãs.
Reconhecido onde chega, Belchior passa a depender, e m diferentes momentos, da solidariedade de pessoas que abrem suas casas e suas vidas para o casal.
Ao lado de Luiz Carlos Vasconcelos e Isabela Garcia , que interpretam Belchior e E dna , o e lenco reúne Karine Teles , Augusto Madeira , Lucas Penteado , Nabiyah Be , Márcio Vito , Marina Provenzzano , Lolla Belli e o ator argentino Luciano Cáceres .
Uma história que começa depois do sucesso A ideia do projeto surgiu há dez anos após a publicação da reportagem “A Divina Tragédia de Belchior”, por Marcelo Bortoloti .
A partir dela e tomando como ponto de partida a obra Belchior: Apenas um rapaz latino-americano , de Jotabê Medeiros , E duardo Albergaria , o produtor Leonardo E dde e o roteirista Daniel Dias mergulharam numa investigação sobre os últimos caminhos do artista.
“ A trajetória de Belchior poderia render uma cinebiografia clássica: um rapaz abandona a medicina, sai do Ceará, atravessa o país, tem sua música gravada por E lis Regina e se torna um dos grandes nomes da música brasileira.
Mas o filme que e u queria fazer começava depois disso: o que acontece quando aquilo que você buscou a vida inteira começa também a aprisioná-lo? ”, e xplica Albergaria .
A pesquisa reuniu 78 e ntrevistas, realizadas no Ceará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Uruguai, além de livros, documentos, imagens e arquivos privados de pessoas que conviveram com Belchior ou acolheram o casal durante aqueles anos.
O livro Viver é Melhor que Sonhar : Os Últimos Caminhos de Belchior , de Chris Fuscaldo e Marcelo Bortoloti , também foi peça importante do processo de pesquisa e desenvolvimento do longa.
A partir desta investigação, Albergaria e Dias reconstituem a jornada do artista, partindo do ponto e m que e le coloca e m que stão a própria identidade que levou uma vida para construir.
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