quinta-feira, 22 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Bradsaúde sobe quase 5% após lucro superar projeções no 3º trimestre› Nordeste não é bem aquele que Nikolas mostrou, e dados mostram por quê› Loterias sorteiam prêmios históricos hoje; Mega-Sena paga R$ 200 milhões› Faltam profissionais: por que está tão difícil contratar no Brasil?› Governo arrecada R$ 239,4 bilhões em setembro, alta real de 5,6%› Durigan rebate Flávio e diz que reforma garante devolução de tributos› China endurece regras para investimentos no exterior por risco geopolítico› Corte de gastos de Flávio pode eliminar 2,2 milhões de empregos, diz Dieese› DeepSeek capta US$ 15 bilhões e acelera planos de IPO em Xangai› Dólar sobe a R$ 5,04 e Bolsa cai, com alta de petróleo, eleição e balanços› Bradsaúde sobe quase 5% após lucro superar projeções no 3º trimestre› Nordeste não é bem aquele que Nikolas mostrou, e dados mostram por quê› Loterias sorteiam prêmios históricos hoje; Mega-Sena paga R$ 200 milhões› Faltam profissionais: por que está tão difícil contratar no Brasil?› Governo arrecada R$ 239,4 bilhões em setembro, alta real de 5,6%› Durigan rebate Flávio e diz que reforma garante devolução de tributos› China endurece regras para investimentos no exterior por risco geopolítico› Corte de gastos de Flávio pode eliminar 2,2 milhões de empregos, diz Dieese› DeepSeek capta US$ 15 bilhões e acelera planos de IPO em Xangai› Dólar sobe a R$ 5,04 e Bolsa cai, com alta de petróleo, eleição e balanços
Últimas

Ashwagandha: Anvisa alerta que suplemento do TikTok é proibido no Brasil

UOL Notícias ·
Ashwagandha: Anvisa alerta que suplemento do TikTok é proibido no Brasil

A Anvisa emitiu alerta para reforçar a proibição do uso do suplemento alimentar ashwagandha no Brasil. A erva asiática tem sido indicada, principalmente no TikTok, para relaxamento e alívio dos sintomas da perimenopausa.

Em nota, a Anvisa citou o caso de uma mulher britânica que teve falência do fígado, paradas cardíacas e sérios danos cerebrais após o uso do produto e reforçou que o suplemento não tem registro no Brasil.

"Sua fabricação, comercialização, distribuição e uso são proibidos no país. A substância não integra a lista de ingredientes autorizados para uso nesse tipo de produto."

A agência destacou que suplementos alimentares figuram como alternativa para complementar a alimentação e podem ser úteis para pessoas que precisam melhorar o consumo de algum nutriente ou praticar atividades físicas intensas.

"É terminantemente proibido vincular o uso desses produtos a alegações de cura, tratamento e prevenção de doenças."

A Resolução da Diretoria Colegiada nº 243/2018 define que suplementos alimentares devem ser feitos com substâncias autorizadas e podem conter aditivos e ingredientes de uso tradicional em alimentos, adicionados ao produto para dar sabor, cor e aroma, entre outras funções.

São produtos para consumo via oral em formas de comprimido, cápsula, pastilha, pó e barra, destinados a suplementar a alimentação de pessoas saudáveis com nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos. "Nem todas as pessoas precisam utilizar esses produtos", alertou a Anvisa.

"Essa decisão deve ser avaliada com a ajuda de profissionais de saúde qualificados e envolve diversos fatores, incluindo a condição atual de saúde, a qualidade da alimentação e a prática de atividade física. Se houver necessidade de suplementar, cabe aos profissionais de saúde a orientação sobre o tipo de suplemento, a quantidade, quando e como tomar."

De acordo com a agência, a maior parte dos perigos associados ao consumo de suplementos alimentares está ligada a produtos irregulares —seja pela presença de substâncias não avaliadas pelos órgãos reguladores ou por falhas nas condições de fabricação.

Os riscos, entretanto, não se restringem a produtos clandestinos. Segundo a Anvisa, itens devidamente legalizados também podem prejudicar a saúde quando consumidos em desacordo com as necessidades do paciente e as instruções de uso.

"Diante disso, vale reforçar a importância de consultar rigorosamente as indicações do fabricante, respeitando dosagens, advertências e restrições informadas no rótulo e na embalagem de cada produto."

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Ler a notícia completa no UOL Notícias ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

Este assunto em outros veículos

Mais de UOL Notícias

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›