Lula foca em educação e Flávio em segurança na estreia da propaganda de rádio
A estreia da propaganda eleitoral no rádio mostra Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro com diferentes escolhas de conteúdo.
O candidato pelo Partido dos Trabalhadores (PT) destacou a abertura de institutos federais, universidades e o programa do Pé-de-Meia para o ensino médio na primeira parte dos 5 minutos e 31 segundos reservados a ele.
Por sua vez, o candidato pelo Partido Liberal (PL) falou de crimes organizado, inflação e endividamento, nesta ordem, no primeiro momento dos 4 minutos e 20 segundos reservados.
Leia mais: Quaest testa força de Lula e Flávio Bolsonaro a um mês do 1º turno A campanha do atual presidente, que tenta a reeleição, também utilizou o tempo do horário eleitoral para defender o fim da jornada de trabalho na escala 6×1, como um “projeto de Lula”.
No ritmo de música sertaneja, é lançado o bordão: “Brasil pronto para mais”, com a repetição de um discurso sobre “cuidar das pessoas vulneráveis”.
Além disso, a campanha de Lula reproduziu o áudio de Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro ao banqueiro Daniel Vorcaro.
No último momento cita: “Flávio, o pior dos Bolsonaros”.
Já a campanha de Flávio tentou se aproximar das mulheres, em busca do voto feminino.
Em junho de 2026, Michelle Bolsonaro criticou o candidato do PL publicamente em um vídeo, o que gerou uma forte crise no partido.
Após o conflito, os dois gravaram vídeos juntos em agosto de 2026.
O candidato do PL também buscou traçar o seu perfil pessoal, ao falar da sua família, especialmente sua esposa e filhas.
O ex-presidente Jair Bolsonaro é mencionado, mas longe de ser o foco.
Leia também: Onde 2026 pode ser decidido? Lula e Flávio empatam nos 3 maiores eleitorados Críticas lado a lado Nos 4 minutos e 20 segundos de propaganda de rádio do candidato do PL não há citações diretas ao caso envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho de Lula, investigado sob a suspeita de tráfico de influência.
As críticas ao atual governo focam em gargalos na segurança pública e nos preços dos alimentos, por exemplo.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.