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O que está tirando o sono dos CEOs brasileiros, de acordo com pesquisa

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O que está tirando o sono dos CEOs brasileiros, de acordo com pesquisa

A instabilidade doméstica é uma das principais fontes de preocupação atual para os altos executivos das grandes empresas no Brasil, de acordo com uma nova pesquisa feita pela Associação Brasileira de Recursos Humano.

O levantamento foi feito junto a 178 líderes de alto-escalão de companhias brasileiras, e intitulado “O que tira o sono dos presidentes de empresas”.

Os dados foram apresentados por Cesar Souza, presidente da consultoria Empreenda, durante o 18º Fórum de Presidentes, realizado na semana passada em São Paulo.

Quando perguntados sobre as expectativa em relação ao próximo governo (2027–2030), 85,9% dos participantes responderam esperar um período mais desafiador (39,3%) ou muito mais desafiador do que o atual (46,6%).

Outros 13,5% esperam um cenário semelhante ao atual, e uma parcela residual prevê um período menos desafiador.

Entre os riscos nacionais, 75% apontaram a falta de um plano de longo prazo para o país como uma das principais preocupações.

A insegurança jurídica e as mudanças bruscas nas regras foram citadas por 56%, enquanto 48% mencionaram a crise de governabilidade e a polarização política.

Continua após a publicidade Já no que diz respeito ao cenário internacional, a grande maioria diz que espera impactos de moderados a críticos para o seu negócio.

Dentre os entrevistados, 50,6% classificaram como moderados os reflexos do cenário global Para 24,7% os reflexos devem ser altos, e outros 18% afirmaram que devem ser críticos.

No radar de riscos externos, a instabilidade geopolítica lidera as menções, com 73% das citações, seguida pelas guerras comerciais e tarifas dos Estados Unidos, apontadas por 62%, e pela recessão global, mencionada por 47% dos presidentes de empresas ouvidos pela pesquisa.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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