Entre o carinho e o boleto, quando vale pagar plano de saúde pet?
O cachorro passa mal de madrugada, o gato aparece machucado e, na corrida ao veterinário, a única preocupação é voltar para casa com o companheiro bem.
Pelo menos até chegar a conta dos atendimentos.
Entre consulta de emergência, exames e medicamentos, o alívio pode vir acompanhado da sensação de ter deixado um rim para salvar o pet.
E para tentar evitar esse segundo susto é que existem os planos de saúde para animais.
Os serviços, que cobrem parcial ou totalmente o valor de consultas, de alguns exames e até de tratamentos mais complexos podem evitar gastos surpresas e levar mais controle às finanças de tutores.
Mas o que esses planos cobrem? E quando vale a pena pagar uma mensalidade? A resposta é: depende da modalidade e do perfil de uso.
Em Campo Grande, há clínicas que oferecem planos independentes com vacinas, banho e tosa.
Outras também ofertam consultas e exames inclusos, por um preço mais alto.
Em outros casos, planos nacionais, que costumam ser mais completos, permitem atendimento em todo o país.
O veterinário Antonio Defanti Junior, da clínica Bourgelat, uma das poucas que oferece plano de saúde na cidade, explica que a maioria dos pets inclusos na modalidade são idosos e que necessitam de cuidados estéticos semanais, como banho e tosa.
O local oferece o serviço desde 2000.
Entre os clientes, estão os tutores mais preocupados com prevenção e previsibilidade de gastos com a saúde do animal.
"Para a clínica, o plano também representa uma estratégia de fidelização dos clientes, incentivando o acompanhamento contínuo da saúde dos animais", diz Antonio.
Deborah Nunes, 26 anos, foi uma das que optou por assinar um plano nacional de saúde para os pets Vicente, um vira-lata caramelo, e Tequila, uma pug.
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