Minidólar (WDOU26): IBC-Br e risco local podem elevar volatilidade
Os contratos de minidólar (WDOU26) , com vencimento em setembro, encerraram a última sessão (14/08) em alta de 0,58%, aos 5.234 pontos .
O dólar à vista avançou 0,61% , a R$ 5,2213 , maior cotação desde 30 de março, e completou a quinta alta consecutiva — a maior sequência de 2026.
A moeda acumulou valorização de 2,7% na semana , impulsionada pela redução das posições estrangeiras e pela busca por proteção diante dos riscos fiscal, eleitoral e jurídico.
Esse ambiente reforçou a cautela com os ativos brasileiros e a Bolsa, mesmo com o dólar em queda no exterior.
Para os traders de minidólar, o foco estará na continuidade do fluxo estrangeiro e na procura por proteção no mercado doméstico.
No exterior, o comportamento do DXY, das moedas emergentes e do petróleo também seguirá no radar, em meio às tensões no Oriente Médio, podendo limitar ou ampliar a pressão sobre o real.
Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial Análise do gráfico de 15 minutos No gráfico de 15 minutos , observo que o minidólar encerrou a última sessão em alta, retomando o fluxo positivo.
Apesar do avanço no acumulado do dia, o contrato apresentou um movimento de baixa ao longo do pregão e terminou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos.
Essa configuração revela perda de força no curtíssimo prazo e indica que a continuidade da alta ainda precisa ser confirmada.
Para prolongar o movimento positivo nesta segunda-feira, considero necessária a entrada de volume comprador capaz de superar a resistência em 5.248/5.268,5 pontos .
Acima dessa faixa, o contrato poderá avançar em direção a 5.295/5.303,5 pontos .
Caso o fluxo comprador ganhe intensidade, o alvo mais longo estará na região de 5.325,5/5.351 pontos .
Em sentido contrário, uma retomada da baixa dependerá da entrada de volume vendedor e da perda do suporte em 5.232/5.221 pontos .
Abaixo desse intervalo, a pressão vendedora poderá ganhar força e conduzir o minidólar a 5.192/5.180,5 pontos .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.