Flávio Bolsonaro diz que 499 mensagens foram apagadas de canal pró-Lula antes de análise do TSE
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) afirma que 499 mensagens do canal de WhatsApp “Exército do Lula” foram apagadas pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), responsável pelo espaço, antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisar o conteúdo.
Segundo a defesa, é por isso que não foram encontradas “fake news” no material examinado.
As informações são do Ric.com.br .
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL); equipe jurídica da campanha alegou ao TSE que conteúdos contendo desinformação foram apagados do canal “Exército do Lula” no WhatsApp antes da perícia técnica da Corte.
Foto: Vittor Sales/Campanha Flávio Bolsonaro Na segunda-feira (12), a Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE informou que não achou, entre as publicações de 2 a 11 de outubro, nada que justificasse a retirada do canal do ar.
Relatório do TSE não vê disseminação de notícias falsas no canal “Exército do Lula” O canal tem mais de 4 milhões de seguidores e divulga conteúdos favoráveis à reeleição do presidente Lula (PT) e contrários a Flávio, que disputa o segundo turno com o petista.
O que diz Flávio sobre a estratégia de apagar fake news do canal pró-Lula De acordo com o levantamento da campanha do senador, Janones distribuía as mensagens em etapas.
Ele publicava o conteúdo, pedia que os seguidores o compartilhassem e, depois, excluía a publicação original.
Presidente do TSE convoca reunião para tentar trégua entre campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro A defesa de Flávio sustenta que as mensagens continham “conteúdos desinformativos e ofensivos”.
Entre os exemplos estão acusações de crimes contra o ministro do TSE André Mendonça e alegações de que Flávio, se eleito, reduziria aposentadorias e acabaria com programas sociais, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
O que diz Janones nas mensagens Uma das mensagens citadas é de 11 de outubro.
Nela, o deputado explica que apagaria uma publicação depois que a tarefa de compartilhamento fosse cumprida.
“Sempre que vocês cumprirem uma missão curta, como essa, eu vou deletar para não poluir aqui, ok? Essa matéria da página do [Luiz] Bacci já vou apagar” escreveu As “missões” incentivavam os participantes a ampliar o alcance das postagens no WhatsApp e em outras redes.
Para a campanha de Flávio, a exclusão ajuda a explicar por que o TSE não encontrou os conteúdos questionados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.