Mãe de enfermeira que morreu com doença rara de Lito Souza diz que ficou desolada ao saber do diagnóstico: 'Eu não acreditava'
Rara, rápida e sem cura: o que é a doença de Creutzfeldt-Jakob A mãe da enfermeira Érika Fernandes Viana, de 51 anos, que morreu na última semana após ser diagnosticada com a doença rara de Creutzfeldt-Jakob (DCJ), ficou desolada ao saber o diagnóstico dos médicos.
Em entrevista ao g1, Valderci Rustiguel Viana, de 70 anos, relatou a dor que viveu nos últimos meses ao lado da filha.
"Eu não acreditava.
Eu trouxe ela pra casa e ainda a levei a outro médico, neurologista.
Paguei consulta, paguei exames, tudo pra poder ter certeza.
Quando esse médico falou, aí caiu a ficha", contou.
Val, como Valderci é conhecida, foi quem cuidou de Érika nos últimos meses de vida, em sua casa, em Senador Canedo, na Região Metropolitana de Goiânia, com a ajuda de um neto, de 28 anos.
Ela conta que foi instalada pela rede municipal de saúde uma infraestrutura de home care, para o chamado período de tratamento paliativo, que durou do final de julho até a última sexta-feira (11), quando a filha faleceu. 🔍 tratamento paliativo é o termo usado pelos médicos para os cuidados a pacientes de doenças consideradas sem cura, voltados aos maiores conforto e bem-estar possíveis.
Érika Fernandes Viana, de 51 anos, foi diagnosticada em março com a doença de Creutzfeldt-Jakob Arquivo pessoal/ Valderci Rustiguel Viana Segundo Val, Érika não ficou sabendo do diagnóstico.
A família preferiu assim.
"A gente procurava não falar perto dela (sobre o assunto), para ela não não ouvir", disse.
A mãe conta que, mesmo sendo da área da saúde, a filha não ficava questionando, no período em que ainda conseguia se comunicar.
"A gente brincava com ela, conversava...
Mas só falava pra ela que ela ia ficar bem, que ela iria vir pra casa.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Goiás.