Diários de Campo
Repórteres e cinegrafistas da Agência FAPESP acompanham de perto o trabalho de pesquisadores em ecossistemas remotos do Brasil
Equipe de 16 pesquisadores passou 19 dias investigando a biodiversidade de ecossistemas de altitude no norte do Amazonas
Acampada no topo de um platô na Serra do Aracá desde 24 de agosto, equipe de 16 cientistas está investigando a biodiversidade de ecossistemas isolados e pouco conhecidos do bioma
Com acampamentos montados a 850 e 1.260 metros de altitude, pesquisadores saem em busca de plantas e animais únicos desses ecossistemas remotos, no norte da Amazônia
Terceira etapa de projeto apoiado pela FAPESP levará 16 pesquisadores a área isolada de montanhas para investigar a história evolutiva dos ecossistemas de altitude da Amazônia. Equipe da Agência FAPESP acompanhará o trabalho de campo
Último episódio da série de reportagens faz um balanço sobre a viagem de um grupo de pesquisadores do Museu de Zoologia da USP que, ao longo de duas semanas, percorreu os rios Negro, Preto e Jauaperi, nos Estados do Amazonas e de Roraima
Uma das artes de pesca utilizadas para coletar peixes-elétricos na Expedição DEGy Rio Negro foi empregada pela primeira vez em larga escala em água doce no projeto Calhamazon, que reuniu pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos entre 1993 e 1996
Baixa gravidade da lesão, atendimento médico rápido e cuidados adequados fizeram com que pesquisador pudesse voltar aos trabalhos no mesmo dia em que foi ferroado por peixe peçonhento. Na Amazônia, casos muitas vezes se agravam por carência de assistência especializada
Os mais abundantes peixes-elétricos estão presentes desde o fundo dos grandes rios até os igarapés, onde podem se enterrar na areia ou se confundir com o folhiço. Em duas semanas, expedição na bacia do rio Negro coletou 27 espécies do grupo
Espécie da bacia do rio Negro aproveita os espaços entre as raízes e ocos de árvores para fazer seus ninhos e cuidar dos filhotes por quatro a seis meses, saindo apenas à noite para caçar
Seca histórica na bacia do rio Negro e possível indicação imprecisa da área de ocorrência de Iracema caiana podem ser razões para a espécie não ter sido localizada pela Expedição DEGy Rio Negro
Nos preparativos para a expedição pelo rio Negro em busca de peixes da ordem Gymnotiformes, pesquisadores reúnem mais de 200 quilos de equipamentos e insumos para detecção, coleta e armazenamento dos exemplares
Nas próximas duas semanas, a bordo da embarcação Comandante Gomes, cientistas da USP vão coletar no Rio Negro exemplares de poraquês e outros peixes da ordem Gymnotiformes
Pesquisadores da USP encerram a primeira parte da coleta de material em Mâncio Lima, no oeste do Acre, e retornam a São Paulo para dar início à análise do material coletado
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em agencia.fapesp.br — o conteúdo pertence a Agência FAPESP.